Regresso a Kurama

Janeiro 26th, 2012

Texto escrito por Satori Darshan

 

 Caminhando com a intenção de subir até à célebre zona dos Cedros de nodosas raízes entrelaçadas, deparo-me com um tosco banco de madeira na borda do caminho. Parece chamar-me. Atendo o seu chamado. Sento-me com movimentos de câmara lenta. Os meus pés assentam em folhas secas. Olho em frente e não posso dizer que tenha vista. Do banco apenas se vislumbra uma densa vegetação entretecida pelo meio da qual os raios de sol desbravam caminho. À medida que vou como que absorvendo o que vislumbro com a respiração e o olhar, vou-me esvaziando mais e mais. Penso, por um segundo, em Usui. Ele pode ter olhado exactamente para esta mesma extensão de árvores… Também Usui desaparece da minha mente. A minha mente ela própria começa a desvanecer-se. Nada. Silêncio. Nenhum visitante passa no caminho por trás de mim ou, se passa, não me apercebo disso. Imóvel. Respirando quase imperceptivelmente. Eternizo-me assim sentada em silêncio, desaparecida numa comunhão com o que está fora de mim que põe fim à costumada dualidade Eu /o resto. O assim consumido Eu separado dá lugar a um puro amor. Puro como o ar que se respira em Kurama, como a energia que aqui nos envolve e penetra. Sou cristalino amor. Amo as árvores e o céu e o sol e a sombra e as pedras e as folhas caídas e o banco. E amo-me incondicionalmente a mim. Lágrimas de amor-alegria correm-me pelas faces. A alegria de me esvair em amor. Estava ali antes a que olhava e respirava e agora essa desapareceu. Só permaneceu o olhar e a pópria respiração. Quem olhava e respirava já não está ali.

Faço força com os pés no chão do Salão de Chá. Respiro fundo. Não posso esvaziar aqui a mente ao ponto de repetir, efectivamente, a experiência por que passei há pouco. Há gente a conversar…Tenho de pagar. Olho para o relógio. É meio-dia. Sim, tenho de me pôr a caminho. Não lamento ter deixado de visitar os Cedros, nem aquele onde Mao-son terá encarnado, nem o Templo que assinala o lugar onde ele desceu de Vénus há mais de seis milhões de anos. Pego no saco das compras e na mala. Estranho o peso desta. Lembro-me de como abandonei o banco onde a Luz do vazio me devolveu o meu rosto original em Kurama. Invadida pelo Saber Maior que acompanha a Meditação profunda, lembro-me de olhar atentamente o chão, como se jamais me tivesse sido dado ver o que lá vi: terra, folhas, agulhas de pinheiros, pedras. Só uma frase eccoou dentro de mim: é o que conta em Kurama. Antes de poder avaliar o gesto, dei comigo a enterrar as mãos na terra. Deixei-me penetrar pela sua energia desfrutando as sensações que me provocava ao espalhar-se por todo o corpo. Em seguida, como se não me pertencessem, elas começaram a pegar nas folhas e nas pedras e na terra. Interroguei-me. A resposta veio pronta. Peguei no saco de plástico branco que envolvia o outro contendo as compras e enchi-o com as folhas e as pedras e a terra. O caminho das pedras. Pedra sobre pedra. Reiki sobre Reiki.

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Jikiden Reiki

Outubro 15th, 2011

Texto escrito por Satori Darshan

 

 

O legado autêntico e original do Reiki de Usui e Hayashi reCarola Castillo

Contándole a mis hijos cómo conocí a su padre, cómo nos enamoramos, mientras más lo hago, más amados se sienten!

 

Encontrado no Japão no fim dos anos 90

 

“O Jikiden Reiki é a única forma de Reiki japonês que assenta nos ensinamentos de Chujiro Hayashi transmitindo-os, intactos, aos alunos, isto é, quem o estuda recebe o mesmo conhecimento que qualquer pessoa que tenha estudado directamente com ele em finais dos anos 30.

Hayashi sensei é o mais célebre aluno do fundador do Usui Reiki Ryoho, Mikao Usui, e também a ele se deve que, através da sua aluna Hawayo Takata, o Reiki seja hoje praticado por milhões de pessoas no Ocidente. HawayoTakata  (a cujo sistema de Reiki os japoneses chamam hoje o Reiki Ocidental) começou a ensinar Reiki somente 30 anos depois de Hayashi sensei lhe ter concedido o grau de Mestre. Consequentemente, devido a circunstâncias várias, nomeadamente à sua contextualização enquanto japonesa num país que, para pôr fim à guerra, lançara duas bombas atómicas sobre o seu país de origem, introduziu no método de Reiki de Hayashi acrescentos sucessivos que o distorceram quer na técnica quer nos princípios – isso não implicando que o sistema não funcione perfeitamente, note-se.)

O Jikiden Reiki é puro, simples e eficaz e assenta em mais de 60 anos de experiência.
Chiyoko Yamaguchi, iniciou-se ao Reiki em 1938, com Chujiro Hayashi Sensei. Ela passou o resto da sua vida a tratar pessoas e aperfeiçoando a arte de utilização do Reiki, tal como Hayashi, da forma mais simples e eficaz.
À medida que o Reiki Ocidental se espalhava pelo mundo, pensou-se que o estilo original de Reiki tinha desaparecido no Japão, ao ponto de qualquer japonês interessado em saber mais sobre Reiki ser obrigado a partir para os Estados Unidos para aí o estudar!

No entanto, o Reiki nunca esteve completamente desaparecido no Japão.
Como já anteriormente referi, Chiyoko Yamaguchi aprendeu Reiki há mais de 65 anos, quando tinha apenas 17 anos e praticou-o continuamente até à altura da sua morte, em Agosto de 2003. Tadao sensei, ao participar numa palestra, encontrou casualmente um mestre de Reiki que o pôs ao corrente da expansão do Reiki no Ocidente. Ficou agradavelmente surpreendido ao constatar que o Reiki é praticado por um elevado número de pessoas em todo o mundo, sendo uma terapia reconhecida e aceite em muitas sociedades.
Pouco mais tarde, vários mestres de Reiki japoneses e ocidentais visitaram Chiyoko Yamaguchi. Tomou assim conhecimento das escolas de Reiki no Japão e no estrangeiro e foi encorajada a iniciar o ensino do Jikiden Reiki, por não ter sofrido qualquer influência do Reiki Ocidental. Pouco depois, algiuns alunos começaram a reivindicar serem mestres de Jikiden Reiki sem terem recebido as iniciações. Então, ela decidiu, junto com o filho, Tadao sensei, dar início a seminários oficiais de Jikiden Reiki, reproduzindo o estilo e os conteúdos originais dos seminários conduzidos por Chujiro Hayashi na década de 30.
O Jikiden Reiki consiste no esforço de ambos de reintroduzir o estilo autêntico, original e a linhagem do Reiki no Japão e no resto do mundo. Continue reading »

Kinesiologia

Outubro 12th, 2011

“A expansão da consciência, na era aquário, no âmbito da medicina
Neste limiar de século e de milénio, tempos de mudanças e rupturas, ausência de paradigmas definidos entre o bem e o mal, o justo e o injusto, o humano e o desumano, é natural que os seres humanos se sintam perdidos entre incertezas, desencontros e angústias que, por vezes, psicossomatizados, geram neles profundos males físicos.

Há hoje importantes linhas de conhecimentos, no âmbito da Medicina Alternativa ou não, que partem do princípio de que a maior parte das doenças não são exclusivamente orgânicas, mas têm causas emocionais.
E, nesse caso, a sua cura depende, basicamente, da auto-consciencialização do doente, a respeito da possível causa oculta de seus males.
A consciência não resulta só de um factor intelectual, mas de uma fusão sua com o equilíbrio emocional.
Estamos em vésperas de redescobrir o homem, em sua natureza profunda. Daí que uma das grandes interrogações feitas em nossos tempos de transição era “Quem sou eu?”. Perseguindo os mesmos fins, a ciência pergunta “O que é o Homem?” em relação ao universo que vem sendo redescoberto? É nessa ordem de interrogações que a ciência vem intensificando os estudos para ampliar nossa compreensão acerca de nós mesmos como seres humanos multidimensionais, e de nossa relação energética com o universo ou, particularmente, com os nossos semelhantes, no dia-a-dia concreto, onde a vida se cumpre.
Mais do que nunca, as relações entre visível” e “invisível” (que são inerentes à vida humana), estão sendo objecto de pesquisas e descobertas que ampliam e aprofundam nossa compreensão do humano. Entre essas descobertas, está uma das mais importantes feitas, no início do século XX no âmbito da Física: o facto de que todos os fenómenos que se produzem no universo são energia transformada.
Com o tempo, essa descoberta inicial, feita pela comunidade científica, extrapola os limites da Física: atinge outros campos do conhecimento, como a Medicina, e leva à descoberta de que saúde e doença estão visceralmente ligadas a fenómenos energéticos. Tal constatação é, pois, recente no mundo ocidental; entretanto, no mundo oriental, tais fenómenos já eram conhecidos há milhares de anos na esfera religiosa. Em linguagem mística, os códigos referentes a “esse saber oculto” (reservado aos “iluminados”) eram registados em livros sagrados (tibetanos, sioux, hopis, católicos, árabes, indianos e outros), com a força ou o poder de “mandamentos” que instituíam os princípios regentes do Bem e do Mal, que atuam na estrutura profunda da psicologia humana. Continue reading »

Desvendar para Reconciliar

Junho 28th, 2011

43.1

Desvendar para Reconciliar com as Constelações Familiares

Autor: Satori Darshan 

Morning dew on spider web 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Saímos sempre de um seminário de Constelações Familiares com a alma boquiaberta e o chão a parecer fugir-nos dos pés. Vemos claramente como fomos criando scripts nebulosos para o filme da nossa vida e da dos outros brandindo chavões decorrentes dos condicionamentos sócio-culturais a que estamos sujeitos. E só pensamos : até hoje via o mundo às avessas!
 

Muitas mulheres vivem convictas de que a sua infelicidade se deve à relação conflituosa com a mãe. Sempre por culpa desta, claro, e dos muitos defeitos que lhes apontam. Curiosamente, em lampejos esparsos de clarividência, até reconhecem os mesmos defeitos em si mesmas, o que as enfurece ainda mais pois foi o mau feitio e a frieza da mãe que as condicionou tornando-as seres de plasticina ou, inversamente, duras e altivas, ambas as coisas repercutindo-se pesadamente nas relações pessoais e profissionais onde, curiosamente, oscilam por vezes entre a vitimização e a exigência extrema.

Tomemos por paradigma o caso de Maria, uma professora de 43 anos. Na entrevista que antecede a Constelação Familiar, porque sabe que só considero factos e não interpretações, apenas refere: Tenho problemas de estômago, mama e endometriose. Dou-me mal com a minha mãe.

Antes de indicar a M. os representantes que deve escolher, interrogo-a sobre a história familiar da sua mãe: Há uma cadeia transgeracional de mulheres que geraram filhos com rapazes filhos de proprietários; a bisavó de M. entregou à mãe dela, à nascença, uma filha que teve com o filho mais velho da família onde servia. A avó de M. entregou a filha à família do pai desta, (filho da família em cuja propriedade a sua família e ela própria trabalhava) e veio para Lisboa. Casando-se , foi buscar a mãe de M. tinha esta 14 anos.

Sei agora que não preciso de trabalhar com representantes do pai e da mãe. Em geral, procedo por etapas (abordagem fenomenológica) recorrendo a representantes para a família nuclear (pais e filho/a). Só mais tarde, se necessário, ou seja, se com estes representantes não vierem à luz as dinâmicas ocultas que condicionam o cliente, acrescento outros. No caso presente, digo a M. que escolha representantes para a bisavó, avó, mãe e para si mesma. Pelas posturas das representantes (afastamento, perda de forças, gestos de zanga e desespero, etc. ) fica claro que as filhas de cada geração rejeitam a mãe. Uma após a outra, afastam-se das mães quando as encaram ..

Só quando reconstituo, na constelação, o laço mãe /filha, em cadeia, em núcleos sucessivos de mãe e filha, com frases reparadoras das Ordens do Amor (base do trabalho de CF) consegue Maria olhar para a mãe com um olhar limpo pela verdade essencial do vínculo que sugiro que expresse, para consolidação, da seguinte maneira: “Apesar da minha rejeição, és minha mãe. Nasci de ti. Agora recebo-te como minha mãe e podes ter-me como tua filha”. A mesma frase foi dita anteriormente pela mãe de Maria à sua própria mãe, pois é no movimento de amor interrompido da mãe de M. em relação à própria mãe que a deixou em casa da família do pai e só a foi buscar já adolescente que radica a identificação de M. (parentificação) com os sentimentos da mãe.

M. substitui a sua representante na Constelação. A representante da mãe estende-lhe os braços sorrindo. M. oferece resistência ao abraço da mãe, afastando a cabeça e olhando para o lado. Para que M. saia do estado infantilizado em que vive, julgando e recriminando a mãe, acreditando aparentemente ser melhor e saber mais do que ela, mas esmagada pelo desejo inconsciente de aliviar o sofrimento da mãe, o que é um pensamento de “poder mágico” que nasceu em M. quando criança, faço-a dizer: “Tu és a mãe, eu sou a filha. Tu és grande, eu sou pequena. Nada posso fazer para mudar o teu destino. Sou a miúda. A zanga que tomei para mim é tua. Devolvo-ta, com amor.” O rosto de M. ilumina-se como se só agora visse de facto a mãe. Respira ruidosamente por três vezes, abandonando-se depois ao abraço da mãe seguindo um impulso irresistível. Este movimento de cristalina energia invade M. com a mais pura seiva de amor filial.

Encerrada a Constelação, M. senta-se ao meu lado. Nela tudo fervilha. É tomada pelo turbilhão, surpresa e incredulidade que sempre invadem quem se resgata a si mesmo através de uma Constelação. De facto, impulsionados pela crença de que as causas dos conflitos e sofrimento provêm d a falta de amor na nossa família, devorámos revistas e livros de psicologia de tostão que ainda mais nos entrincheiraram numa incessante queixa. Atafulhámo-nos de jargão psicológico e psicanálise por décadas. E um dia, numa constelação, percebemos que afinal não queríamos matar a mãe, mas sim, cegos de amor, poupá-la e até mesmo salvá-la desenvolvendo doenças em vez dela…

Olho para Maria, a meu lado. Exclama: Estou livre! Remato prontamente: Ser adulto é assumir a responsabilidade pela própria vida… e isso é liberdade, sim!”

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Darshan é formada em Constelações Familiares pela Escola de Psicologia Tara (Espanha) e em Hellinger Sciencia por Bert Hellinger e desenvolveu, ao longo de oito anos, uma abordagem original e sincrética no seu trabalho como consteladora. O seu “membership” do Campo de Conhecimento e Energia da Hellinger Sciencia, habilita-a a trocar impressões, mensalmente, com Bert e Sophie Hellinger sobre quaisquer problemáticas surgidas no decorrer do seu trabalho como consteladora ou no seu percurso pessoal.
Contacto: darshan@darshanzen.com

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Simples é Diferente de Fácil

Junho 19th, 2011

43.1

Simples é Diferente de Fácil!

Autor: Ricardo Peixe

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Por vezes ouvimos falar de pessoas a falar de Coaching ou Programação Neuro Linguística e ficamos com a sensação que a vida para estas pessoas deve ser um mar de rosas. Ouvimos falar de auto-diagnósticos, definir objectivos, persistência, aprendizagem, experimentar e ficamos com a ideia que a vida deve ser muito simples. Vou contar-lhe um segredo… a vida É simples! E simples é diferente de fácil.

Simples quer dizer que eu percebo o processo, que tem passos curtos e bem definidos e que estão bem explícitos. Fácil quer dizer que eu consigo fazer a tarefa ou processo. Algo pode ser simples e difícil ou fácil e complexo! A vida é de facto, na sua essência um processo simples e o Coaching ajuda-nos a compreender e encarar essa simplicidade de sabermos onde estamos, para onde queremos ir e dar passos para chegar lá. E é tambem muitas vezes, difícil dar estes passos, tomar estas decisões, aceitar novos (ou antigos) desafios… É exatamente por isso que ajuda ter alguém que nos coloque as perguntas certas, nos apoie no processo, nos dê mais ferramentas e no ajude a chegarmos a estados metais/emocionais/psicológicos onde temos mais recursos à disposição.

Na minha vida já passei por imensos problemas e derrotas. Já tive praticamente na bancarrota, perdi milhares de euros em investimentos falhados, sofri de amor, reprovei em provas, empregos e resultados. Já pensei que não podia ser pior e foi. Lutei e perdi. Senti-me impotente e incapaz de ter sucesso. Na minha vida já aprendi que há sempre pelo menos duas formas de olhar para qualquer situação, que posso retirar lições de qualquer situação e que não importa as vezes que cais e sim se te levantas a seguir. Aprendi que a vida não é uma corrida de 100 metros e sim uma maratona e estou muito feliz por a estar a viver. Tenho muitos sucessos que já atingi e ainda mais metas para onde quero crescer, sentir e viver.

Enquanto GT Coach e Trainer tenho tido o privilégio de ajudar dezenas de milhar de pessoas a terem mais resultados, sentirem-se melhor e conseguirem ser mais felizes, com recurso a algumas técnicas e ferramentas que já foram comprovadas por milhões em todo o mundo.
Desafio por isso a iniciar o seu processo de auto-coaching respondendo a estas perguntas poderosas:

- Quais as suas características que mais gosta?
- Quais as suas 3 mais-valias?
- Quais as 3 coisas que mudaria na sua personalidade/forma de trabalhar?
- Onde se vê a curto/médio e longo prazo?
- O que está disposto a fazer para chegar lá?

Ricardo Peixe
GTCoach & Trainer

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Radiestesia e a Parte Financeira

Junho 17th, 2011

43.1

Está farto de ter de batalhar e chegar ao fim do mês sem uma estabilidade económica?

 

Sente que a sua vida de alguma forma não progride e as despesas aumentam de mês a mês?

Autor: Patrícia Bernardo

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“Pois bem se a situação é esta, saiba que a radiestesia poderá ajudá-lo a contornar estes problemas. Embora estejamos a passar por uma fase complicada, muitas das vezes as pessoas têm a tendência de achar que isto se deve a uma crise.
A crise está na cabeça de cada um pois muitas das vezes somos condicionados por pensamentos negativos que nos deitam abaixo levando-nos a pensar que não somos capazes de nos erguer.


O que é o dinheiro?

O dinheiro não é nada mais do que a energia, portanto este deve circular e fluir, desta forma é muito importante que não vejamos o dinheiro como o mais importante da nossa vida. Como diz o velho ditado ´´o dinheiro faz falta mas não trás felicidade´`, existe um canal no nosso corpo que está ligado á parte financeira e se estiver desbloqueado á partida conseguimos levar uma vida de prosperidade e abundância.
 

Como poderei sair de uma situação cheia de limitações a nível pessoal?

Em primeiro lugar é necessário que o paciente pense de forma positiva e acima de tudo que vai conseguir ultrapassar este mau bocado, pois assim fará com que a energia á sua volta flua de forma positiva.

 

Como é que a Radiestesia pode auxiliar?

Como já foi dito o papel da Radiestesia para além de tratar problemas de saúde, auxilia também no tratamento de outras situações, acelerando assim os seus acontecimentos.
Tudo aquilo que nós não consegui-mos por vezes é fruto de bloqueios estes podem ser criados por nós ou até pelos outros.
A radiestesia como já expliquei noutros artigos auxilia ao tratamento de doenças e também ao desbloqueio de várias situações. Por isso ela actua de igual forma com a parte financeira. O paciente ao desbloquear vai fazer com que a energia flua e que coisas boas sejam substituídas por todas aquelas que não valem a pena.
Com a radiestesia é possível proceder a algumas mudanças da vida da pessoa, pois como já frisei somos energia, se estivermos bem atrairemos pessoas boas para nós e isso acontece também com a área financeira, emocional ou de saúde.

 

O que é necessário para o paciente desbloquear a parte financeira?

O paciente deverá fazer um tratamento, este é composto por 12 sessões, depois são colocados na parte das costas do paciente, uns adesivos que contêm o número 7,a energia por sua vez irá absorver esse número do respectivo adesivo, deitando para fora todas as impurezas que demonstram o bloqueio. A partir do momento que o paciente começa o tratamento, sentirá logo uma grande confiança em si e segurança também. A vontade de se realizar e mudar a sua vida será notória. ”

Texto cedido pela Patríca Bernardo 

10 Doenças Espiritualmente Transmissíveis

Março 6th, 2011

43.1

10 Doenças Espiritualmente Transmissíveis

Por Mariana Caplan, Ph.D.

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 Kuthumi nos diz que a Espiritualidade é uma armadilha! Algumas delas abaixo….

É uma selva lá fora, e não deixa de ser uma verdade a respeito da vida espiritual como qualquer outro aspecto da vida. Será que realmente pensamos que só porque alguém tem meditado por cinco anos, ou feito 10 anos de prática de ioga, que será menos neurótico que outra pessoa? Na melhor das hipóteses, talvez eles serão um pouco mais conscientes disso. Um pouco.

É por esta razão que eu passei os últimos 15 anos de minha vida pesquisando e escrevendo livros sobre cultivo de discernimento sobre o caminho espiritual em todas as áreas pedregosas – poder, sexo, iluminação, gurus, os escândalos, a psicologia, a neurose – mesmo que a sério, mas simplesmente confusas e inconscientes, as motivações no caminho.

Meu sócio (autor e professor Marc Gafni) e eu estamos desenvolvendo uma nova série de livros, cursos e práticas para trazer mais esclarecimentos para essas questões.

Vários anos atrás eu passei um verão vivendo e trabalhando na África do Sul. Após a minha chegada, fui imediatamente confrontada com a realidade visceral que eu estava no país com a maior taxa de homicídios do mundo, onde o estupro é comum e mais de metade da população era HIV-positivo – homens e mulheres, gays e heteros iguais .

Como eu vim a conhecer centenas de mestres espirituais e milhares de praticantes espirituais através do meu trabalho e viagens, fiquei impressionada pela maneira em que as visões espirituais, perspectivas e experiências tornam-se da mesma forma “infectadas” por “conceitos contaminantes” – compondo um relacionamento confuso e imaturo para princípios espirituais complexos que podem parecer bem invisíveis e insidiosos como uma doença sexualmente transmissível

As seguintes 10 categorizações não se destinam a ser definitivas, mas são oferecidos como uma ferramenta para se tornar consciente de algumas das doenças mais comuns transmitidas espiritualmente.

1. A Espiritualidade Fast-Food: Misture a espiritualidade com uma cultura que celebra a velocidade, a multitarefa e gratificação instantânea e o resultado é provável que seja a espiritualidade fast-food. A espiritualidade fast-food é um produto da fantasia comum e compreensível que o alívio do sofrimento da nossa condição humana pode ser rápida e fácil. Uma coisa é certa, porém: a transformação espiritual não pode ser obtida em uma solução rápida.

2. Falsa Espiritualidade: a espiritualidade do falso é a tendência de falar, vestir e agir como se imagina que uma pessoa espiritual seja. É uma espécie de imitação da espiritualidade que imita a realização espiritual da maneira que o tecido estampado de pele de onça imita a pele genuína de uma onça.

3. Motivações Confusas: Embora o nosso desejo de crescer seja genuíno e puro, muitas vezes ele se confunde com motivações menores, incluindo o desejo de ser amado, o desejo de pertencer, a necessidade de preencher nosso vazio interno, a crença de que o caminho espiritual removerá o nosso sofrimento e ambição espiritual, o desejo de ser especial, de ser melhor do que, para ser “o único”.

4. Identificando-se com Experiências Espirituais: Nesta doença, o ego se identifica com a nossa experiência espiritual e a toma como sua própria, e nós começamos a acreditar que estamos incorporando insights e idéias que surgiram dentro de nós em determinados momentos. Na maioria dos casos, isso não dura indefinidamente, embora tenda a perdurar por longos períodos de tempo para aqueles que se julgam iluminados e / ou que trabalham como professores espirituais.

5. O Ego Espiritualizado: Essa doença ocorre quando a própria estrutura da personalidade egóica se torna profundamente integrada com conceitos espirituais e idéias. O resultado é uma estrutura egóica, que é “à prova de bala.” Quando o ego se torna espiritualizado, somos invulneráveis a ajudar, uma nova entrada, ou comentários construtivos. Nos tornamos seres humanos e impenetráveis e estamos tolhidos em nosso crescimento espiritual, tudo em nome da espiritualidade.

6. Produção em Massa de Professores Espirituais: Há uma série de atuais tradições espirituais da moda , que produzem pessoas que acreditam estar em um nível de iluminação espiritual, ou mestria, que está muito além de seu nível real. Esta doença funciona como uma correia transportadora espiritual: coloca este brilho, leva àquele insight, e – bam! – Você está iluminado e pronto para iluminar os outros de maneira similar. O problema não é aquilo que tais professores ensinam, mas que representam a si próprios como tendo realizado a mestria espiritual .

7. Orgulho Espiritual: O orgulho espiritual surge quando o profissional, através de anos de esforço trabalhado efetivamente alcançou um certo nível de sabedoria e que usa esse conhecimento para se desligar a novas experiências. Um sentimento de “superioridade espiritual” é outro sintoma desta doença transmitida espiritualmente. Ela se manifesta como uma sensação sutil de que “Eu sou melhor, mais sábio e acima dos outros porque sou espiritual”.

8. Mente de Grupo: Também conhecido como o pensamento grupal, mentalidade de culto ou doença ashram. A mente de grupo é um vírus insidioso que contém muitos elementos tradicionais da co-dependência. Um grupo espiritual faz acordos sutis e inconscientes sobre as formas corretas de pensar, falar, vestir e agir. Indivíduos e grupos infectados com o “espírito de grupo” rejeitam indivíduos, atitudes e circunstâncias que não estão em conformidade com as regras, muitas vezes não escritas do grupo.

9. O Complexo de Povo Escolhido: O complexo de pessoas escolhidas não se limita aos judeus. É a crença de que “O nosso grupo é mais poderoso, iluminado e evoluído espiritualmente, e simplesmente colocado, melhor do que qualquer outro grupo.” Há uma distinção importante entre o reconhecimento de que alguém encontrou o caminho certo, o professor, ou comunidade para si, e tendo encontrado aquele, O Único.

10. O Vírus Mortal: “Eu Cheguei“: Esta doença é tão potente que tem a capacidade de ser terminal e mortal para a nossa evolução espiritual. Esta é a crença de que “Eu cheguei” na meta final do caminho espiritual. Nosso progresso espiritual termina no ponto em que essa crença se cristalizou em nossa psique, no momento em que começamos a acreditar que chegamos ao fim do caminho, um maior crescimento cessa.

“A essência do amor é a percepção”, de acordo com os ensinamentos de Marc Gafni, “Portanto, a essência do amor próprio é a auto percepção. Você só pode se apaixonar por alguém que você pode ver claramente – incluindo a si mesmo. Amar é ter olhos para ver. É só quando você se vê claramente que você pode começar a se amar “.

É no espírito dos ensinamentos de Marc que eu acredito que uma parte crítica do discernimento da aprendizagem no caminho espiritual é a descoberta da doença generalizada do ego e auto-engano que está em todos nós. Ou seja, é quando precisamos de um senso de humor e do apoio de amigos espirituais reais.

À medida que enfrentamos nossos obstáculos para o crescimento espiritual, há momentos em que é fácil cair em um sentimento de desespero e auto diminuição e perder nossa confiança no caminho.

Precisamos manter a fé em nós mesmos e nos outros, a fim de realmente fazer a diferença neste mundo.

Por Mariana Caplan, Ph.D.
Adaptado de Eyes Wide Open (Olhos Bem Abertos):
Cultivando o Discernimento no Caminho Espiritual (True Sounds)
Extraído de: http://www.luzdegaia.org/outros/diversos/doencas_espirituais.htm

Porquê procurar compreender o simbolismo dos sonhos?

Dezembro 7th, 2010

43.1

Especialista em interpretação de sonhos

Autor: Luis Vasconcellos 

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O psicólogo – ao trabalhar com a interpretação dos símbolos do Inconsciente aparecidos nos sonhos – o faz não para usar uma explicação que nos defenda deles e de seus surpreendentes mistérios; nem para se colocar (e ao seu cliente) em uma posição de poder quanto à experiência do sonho, e sim, faz a interpretação dos sonhos para convidar a mente consciente a um maior contato com a fonte primordial de toda energia: o INCONSCIENTE, gerador da energia vital da qual a CONSCIÊNCIA se serve para existir e funcionar.

A este plano sempre presente em nossas vidas, mas nem sempre aceito como real, nós psicólogos damos o nome de INCONSCIENTE.

A CONSCIÊNCIA DE VIGÍLIA tem que ser conduzida a se soltar e a relaxar seus medos frente a este fato da vida, pois a conseqüência de não faze-lo, pode ser A ETERNA PRISÃO AO PASSADO E AOS AUTOMATISMOS E CONDICIONAMENTOS ADQUIRIDOS.

É bom não esquecer que podemos estar fazendo tudo certinho e nem assim nos aproximarmos da autoconsciência nem de nossa possibilidade existencial de viver em harmonia interior.

O cliente, ao apresentar um sonho ao Psicólogo, não está em busca de explicações, de nenhum tipo, a respeito do fenômeno do sonhar.

Não importa, para o cliente, saber se o cérebro produz esta ou aquela enzima durante o sonhar, se este ou aquele hormônio prevalece, nem saber qual área do cérebro está sendo estimulada. Estas informações são relevantes ao estudioso que trabalha em seu laboratório, mas de valor prático pequeno para o cliente, que precisa, isto sim, ser ensinado a se soltar e a ficar atento à VIVÊNCIA DO SONHAR.

Mais importante do que as explicações que se possam ter a respeito disto, torna-se vital que a CONSCIÊNCIA do cliente se abra e fique mais disponível para com os produtos da sua vida emocional, sentimental e vital; tornando-se – ao longo do tempo – cada vez mais, um veículo e um instrumento para as manifestações espontâneas do seu mundo íntimo.

A EXPERIÊNCIA do sonhar é sempre muito mais vasta do que aquilo que se possa explicar dela. No sonhar ocorrem inclusive algumas experiências e conexões entre dimensões espaciais (ou temporais) verdadeiramente surpreendentes.
Mais compreensão e menos explicação seria uma boa palavra de ordem para se colocar, talvez, em um quadrinho na parede, para nos induzir a uma reflexão mais aprofundada a este respeito.

O trabalho do Psicólogo – que trabalha com a interpretação dos sonhos – é o de agilizar e desimpedir a RELAÇÃO entre estas áreas de consciência, pois quanto mais a pessoa se aproxima do contato consigo mesma, menos sujeita ela fica aos valores vigentes e mais, ela se aproxima, de um processo verdadeiramente pessoal de deliberação e de escolha.

Apenas a consciência flexibilizada e individualizada pode servir de instrumento às forças vitais inconscientes – tanto para o bem quanto para o mal – e é também o Indivíduo que realiza a busca (e o encontro) de caminhos, de saídas, de alternativas e de possibilidades, em todas as áreas da vida.

No entanto, nota-se sempre uma enorme ingratidão do pensamento coletivo de todas as épocas para com o valor vital do Plano INCONSCIENTE no crescimento e expansão da CONSCIÊNCIA HUMANA.

Continuando…….. Tenho salientado que o que o precisamos é aprender a nos tornarmos receptivos (e compreensivos) para com o conteúdo aparecido nos nossos sonhos quer tenhamos ou não tenhamos alguém para nos ajudar nesta tarefa.

Mesmo o homem psicologicamente mais desenvolvido do mundo e até mesmo uma humanidade (que podemos imaginar muito mais avançada e sábia – no sentido humano) ainda assim TERÁ UMA VASTA ÁREA DE POSSIBILIDADES NÃO EXERCIDAS, pois ainda se colocará para a CONSCIÊNCIA do Homem, a existência real, tanto do assim chamado plano do CONHECIDO quanto o do DESCONHECIDO, não familiar, não consciente e, portanto, INCONSCIENTE.

O Inconsciente não é constituído apenas do que esquecemos ou deixamos de lembrar, não apenas do que reprimimos (aquilo, em nós, de que nos afastamos), e sim, representa um plano, em nós, que congrega tanto a origem e o passado de nossa espécie quanto as alternativas e possibilidades humanas que ainda não estão sendo exercidas. /span>

Possibilidades e alternativas existenciais humanas, que hoje não estão sendo exercidas, existem – em potencial – e podem ser acionadas pelos indivíduos predispostos a atualiza-las em sua vida pessoal. Fazer valer os momentos em que estamos VERDADEIRAMENTE presentes em nossa vida aumenta muito o gosto e o prazer de viver.

É nesta direção que atua o psicólogo que trabalha com a interpretação dos sonhos.

A sua empresa tem Urubus?

Agosto 31st, 2010

43.1

Artigo do livro “Liderança Intrapessoal” da Ideias & Desafios

Autor: José de Almeida
urubu blog 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Um dos fenómenos mais comuns nos ecossistemas das empresas tem a ver com a vivência e convivência de todo o tipo de espécies.
Hoje, na nossa edição do “National Geographic”, gostaria de me centrar na espécie Urubu.

Pelo nome não deve estar a ver quem são, mas se eu começar a descrevê-lo talvez identifique uns quantos na sua empresa.
Vestem normalmente de negro, ou não.
Chegam de manhã, trazendo atrás de si um rasto de destruição emocional, eléctrica e biológica.
Quando passam, as luzes fundem-se, as plantas murcham e de repente todos à sua volta começam a sentir os efeitos nefastos das suas palavras ou, melhor dizendo, das suas corrosivas palavras.

É de facto uma espécie estranha.
Quando à sexta-feira estamos todos contentes porque o fim-de-semana está à porta e caímos na asneira de comentar esse facto com eles, o seu comentário típico passa por algo do género:
“Só faltam dois dias para segunda-feira”.
Esta espécie tem também características vampíricas.

Quando lhes falamos de um eventual projecto com o qual estamos entusiasmados, têm sempre uma palavra “simpática” para o deitar por terra.
Mas sempre com a “melhor” das intenções.

Já os identificou?
Claro que sim.

Agora num registo um pouco mais sério.
Este tipo de pessoas normalmente não se dá conta do mal que provoca nas empresas.
As pessoas têm uma capacidade inata de influenciar positiva ou negativamente as pessoas à sua volta com a sua energia e com o seu estado de espírito.
Se não tomamos nota do nosso registo emocional e o deixamos vaguear livremente, mais cedo ou mais tarde podemos estar a tirar a energia de que a nossa empresa tanto precisa.

Como líderes, temos de dar atenção ao facto de que o exemplo tem de vir de cima.
Temos na nossa mão a capacidade para motivar, mas também para desmotivar com a mesma facilidade.
Se os líderes devem ser seguidos, principalmente pelo exemplo, que liderados acha que iremos ter, caso não tenhamos a capacidade para gerir o nosso estado emocional?
Claro!

Vai ser um pouco complicado.
A gestão emocional do líder pode ser tão simples como não “despejarmos” as nossas frustrações em cima dos liderados, ou tão complexa como não deixarmos transparecer para baixo questões mais delicadas que estejam a existir.
Por vezes o trabalho do líder é precisamente conseguir funcionar como almofada para “pancadas” maiores que venham dos lados ou de cima.

Este escudo que o líder propicia à sua equipa é por vezes fundamental ao bom funcionamento da mesma.
Em muitas situações do meu passado como gestor tive precisamente de adoptar esta postura.
A do “Farol” que guia o barco através da tempestade.
E por vezes é precisamente em momentos de tempestade que os líderes se afirmam ou se forjam de uma forma mais eficaz.
E quando troveja e o mar fica agitado é quando surgem com mais frequência os “Urubus”.
Sejam eles o líder que não aguenta a pressão emocional da situação e a descarrega na sua equipa, seja no seio da equipa algum dos elementos que por medo se erga como um “Urubu”.

Numa situação normal dir-se-ia que o melhor a fazer com estas pessoas é afastá-las da equipa.
Normalmente contagiam o ambiente da equipa e funcionam como forças de bloqueio quando queremos levar o barco a bom porto.
Mas numa situação de crise, normalmente esta não é uma situação viável.
A única forma é jogar com os elementos que temos, melhores ou piores.
Caso a pessoa em questão até tenha valor, uma das formas de lidar com ela é precisamente trazê-la para o nosso lado e dar-lhe responsabilidade.

Provavelmente está a pensar:
“Mas e ele não vai estragar tudo?”.

Provavelmente sim.
Provavelmente teremos ainda de lidar com a frustração dos outros elementos da equipa por termos dado a responsabilidade ao “Urubu” e não a eles, que até são melhores.
Mas por vezes é um mal necessário.

Ao “forçá-lo” a uma responsabilidade, podem ocorrer duas situações:
Ele até cumpre e temos o problema resolvido
Ele não cumpre e a sua influência sobre a equipa fica bastante reduzida

É claro que é uma situação de compromisso, mas em situações de crise trata-se precisamente disso.

“Compromisso”.

Como líder, nestas situações ajuda perceber a forma como os nossos liderados funcionam como pessoas, o que é que as faz correr, e, acima de tudo, como criar empatia com cada um deles, é fundamental.

Caso queira aumentar as suas hipóteses de sucesso como líder, inscreva-se já no nosso workshop de Liderança Intrapessoal. “

Autor: José de Almeida
Partner
Ideias e Desafios
www.ideiasedesafios.com

Como vender diamantes ?

Julho 27th, 2010

43.1

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Metáfora da Semana

“Um famoso negociante de diamantes de Nova Iorque, Harry Winston, ouviu falar de um rico comerciante holandês que estava procurando uma certa espécie de diamante para acrescentar à sua coleção. Winston telefonou para ele, disse-lhe que acreditava ter a pedra perfeita e convidou-o a vir até Nova Iorque para examiná-la.

O colecionador voou até lá e Winston designou um vendedor para encontrá-lo e mostrar-lhe o diamante. Quando o vendedor apresentou o diamante ao comerciante, descreveu a dispendiosa pedra, destacando todas as suas excelentes características técnicas. O comerciante escutou-o e elogiou a pedra, mas recusou-a dizendo: “É uma pedra maravilhosa, mas não é exatamente aquilo que procuro”.

Winston, que ficou observando à distância a apresentação, deteve o comerciante a caminho da porta e perguntou: “Importa-se se eu lhe mostrar aquele diamante mais uma vez?” O comerciante concordou e Winston mostrou-lhe a pedra. Porém, em vez de falar nas características técnicas, Winston falou espontaneamente a respeito da sua genuína admiração pelo diamante e de sua rara beleza.

Inesperadamente, o comerciante mudou de ideia e comprou o diamante. Enquanto esperava que o diamante fosse embalado e entregue, o comerciante voltou-se para Winston e perguntou:

-”Por que comprei de você, quando não tive nenhuma dificuldade para dizer não ao seu vendedor?”

Winston respondeu:

- “Aquele vendedor é um dos melhores no mercado e conhece bem mais a respeito de diamantes. Eu lhe pago um bom salário por aquilo que sabe. Mas, eu teria prazer em pagar-lhe o dobro, se pudesse incutir nele algo que tenho e ele não tem. Ele conhece diamantes, mas eu sou apaixonado por eles”.

autor desconhecido.
Metáfora retirada do site http://www.metaforas.com.br/
Agradecimento da Indian Rose a Edeli Arnaldi pela amável permissão na publicação dos artigos.