Como vender diamantes ?
![]()
Metáfora da Semana
“Um famoso negociante de diamantes de Nova Iorque, Harry Winston, ouviu falar de um rico comerciante holandês que estava procurando uma certa espécie de diamante para acrescentar à sua coleção. Winston telefonou para ele, disse-lhe que acreditava ter a pedra perfeita e convidou-o a vir até Nova Iorque para examiná-la.
O colecionador voou até lá e Winston designou um vendedor para encontrá-lo e mostrar-lhe o diamante. Quando o vendedor apresentou o diamante ao comerciante, descreveu a dispendiosa pedra, destacando todas as suas excelentes características técnicas. O comerciante escutou-o e elogiou a pedra, mas recusou-a dizendo: “É uma pedra maravilhosa, mas não é exatamente aquilo que procuro”.
Winston, que ficou observando à distância a apresentação, deteve o comerciante a caminho da porta e perguntou: “Importa-se se eu lhe mostrar aquele diamante mais uma vez?” O comerciante concordou e Winston mostrou-lhe a pedra. Porém, em vez de falar nas características técnicas, Winston falou espontaneamente a respeito da sua genuína admiração pelo diamante e de sua rara beleza.
Inesperadamente, o comerciante mudou de ideia e comprou o diamante. Enquanto esperava que o diamante fosse embalado e entregue, o comerciante voltou-se para Winston e perguntou:
-”Por que comprei de você, quando não tive nenhuma dificuldade para dizer não ao seu vendedor?”
Winston respondeu:
- “Aquele vendedor é um dos melhores no mercado e conhece bem mais a respeito de diamantes. Eu lhe pago um bom salário por aquilo que sabe. Mas, eu teria prazer em pagar-lhe o dobro, se pudesse incutir nele algo que tenho e ele não tem. Ele conhece diamantes, mas eu sou apaixonado por eles”.
autor desconhecido.
Metáfora retirada do site http://www.metaforas.com.br/
Agradecimento da Indian Rose a Edeli Arnaldi pela amável permissão na publicação dos artigos.
A concorrência que disputamos realmente existe?
![]()
Nortus – Centro de Excelência Humana
“Especialista questiona se o ato de concorrer realmente existe ou se não passa de fruto de nossos modelos culturais. O que você acha? Há na humanidade um aspecto, ainda bastante significativo, que rege grande parte dos relacionamentos pessoais: a concorrência. E no que consiste a concorrência? Desde pequenos, dependendo da nossa educação e das nossas heranças culturais, crescemos mergulhados em um campo de informações que nos dizia (e talvez ainda diga) que precisávamos ser “os melhores” e não os melhores que pudéssemos ser.
E crescemos passando por muitas situações como máquinas, sem muita noção do que realmente estávamos gerando como resultado, focando em nosso benefício e, talvez, também no benefício das pessoas mais próximas, como um ato de “sobrevivência”. Até aqui, algo aceitável.
Com o passar do tempo, acabamos percebendo que, como seres humanos, nos desenvolvemos tendo como resultado uma vida em “sociedade”, o que significa hoje compartilhar uma estrutura mental, emocional e material que sirva à continuidade da vida.
Ao mesmo tempo, em muitos aspectos, continuamos travando disputas dentro do mesmo sistema que nos dá o suporte para vivermos. A partir daqui, quando já percebemos como a vida acontece, essas atitudes já são contestáveis. Como “disputar” dentro do sistema de pessoas, muitas vezes, com pessoas que nos servem à vida?
O fato da presença ainda marcante de memórias ancestrais, informando que “continuar vivo, mesmo que seja pela morte de outros” é permitido, coloca-nos em uma posição delicada na escala evolutiva. Como seres humanos, somos a espécie mais inteligente, mas ao mesmo tempo, agimos com um caráter quase ignorante diante dos princípios de continuidade da vida.
A concorrência é real ou ela existe somente em nossos modelos culturais? É necessário concorrer para que a vida continue? Modelos nos servem a cada fase de desenvolvimento da humanidade. É muito provável que o modelo da concorrência tenha sido gerado também para que a vida continuasse de alguma forma.
Mas, hoje surge uma questão: a concorrência é a forma mais inteligente de continuarmos vivos? O quanto a busca pelo nosso “lugar ao sol”, tentando ser melhor que os outros ou em detrimento da vida de outros, é mais inteligente que desenvolvermos o máximo da capacidade que temos? Cada indivíduo ou sistema (família, empresa, equipes etc) possui uma formação estrutural própria que determina uma fórmula individual (heranças culturais, experiências atuais, resultados), essa unicidade determina também excelência e expertise únicas.
Se formos os únicos em nossas formações e formos o máximo que pudermos ser, teremos algum concorrente? Enquanto tentarmos ser melhores do que os outros, como seremos o máximo que podemos ser? A necessidade de adaptação para continuarmos vivos nos estimula a ir além do lugar aonde já chegamos.
A concorrência em essência é o estímulo interno, que nos instiga a ser ainda melhor do que já somos, impulsionando nosso desenvolvimento contínuo, nossa sobrevivência e a continuidade de nossas vidas. Nosso maior concorrente é o que está obsoleto em nós, é o que nos estagna, impedindo-nos de ir além. Pense nisso!”
Artigo de: Mirian Coden (Especialista em Alinhamento Metassistêmico e Diretora de Desenvolvimento do Nortus Centro de Excelência Humana)
Fonte: http://br.hsmglobal.com
Arquivado em artigos, Desenvolvimento pessoal | Comment (0)Intraagressividade e Depressão
![]()
Professor Luis A. Vasconcellos – Psicólogo Clínico
“Temos que ter uma agressividade natural, que é o que, em nós mesmos, dá suporte instintivo para a originalidade, a ousadia, a disposição positiva diante dos desafios e assim por diante. Sem agressividade o EU não tem desejos e não luta para realiza-los…
Quem se encontra destituído (podado/proibido/surrupiado) de uma DOSE NATURAL de AGRESSIVIDADE, NECESSÁRIA a uma VIDA SAUDÁVEL e FELIZ, acaba negociando mal as inúmeras situações da vida prática e amorosa, especialmente aquelas em que a defesa do Eu e dos valores do EU é necessária ou mesmo imprescindível.
A agressividade reprimida é UMA das causas da depressão…
Ainda hoje respondi a correios eletrônicos cujo tema principal é a dificuldade que as pessoas têm para elaborar sentimentos negativos e impulsos agressivos.
À grosso modo podemos dizer que as pessoas se diferenciam entre as que são INTRAGRESSIVAS e as que são EXTRAGRESSIVAS, com possíveis graduações infinitas entre as modalidades ACTIVA e PASSIVA.
No extremo da extragressividade temos os tipos violentos/revoltados que não hesitam em atacar e ferir…
No extremo oposto temos os inibidos/conformados e que sofrem quietos sem jamais agir agressivamente contra quem quer que seja, por melhor que seja o motivo e mesmo que isto seja justo…
Obs.: Para efeito desta reflexão em particular não vou comentar todos os caminhos da energia vital, que podem ser muitos, talvez infinitos, mas vou me ater APENAS ao modo específico como ela se apresenta no âmbito do funcionamento do EU INTRAGRESSIVO.
Faço votos de que NINGUÉM (!!!) entenda que só é possível a felicidade humana ATRAVÉS de uma perspectiva extragressiva… Tudo tem a sua hora e o equilíbrio/paz/alegria são atingidos pelo EU que se faça capaz de AMBAS as atitudes, dependendo da pessoa, da situação, da hora e do lugar…
Continuando…
Uma pessoa que tenha uma agressividade bem colocada, não fica na dependência do OUTRO autorizar ou concordar com suas acções e decisões.
Claro que é muito bom quando encontramos espaço, na relação, para exercer nossas individualidades e vontades pessoais. Contudo, não podemos fantasiar que estejamos vivendo este ideal na vida prática, pois ele tem que ser conquistado e dificilmente vem assim sem esforço e aprendizado individual…
Não podemos agir espontaneamente se a nossa primeira preocupação é a de agradar o OUTRO.
E, se alguém negocia mal os “confrontos de interesses” então o resultado é a frustração pessoal (a falta de individualidade!) e instala-se também o mau costume de fazer do OUTRO a “desculpa preferida” para explicar/justificar a frustração, tédio ou falta de ânimo individual.
Já que somos seres que possuem desejos e interesses pessoais, então, não pode nem deve ser transferida ao OUTRO a responsabilidade INDIVIDUAL de agir em busca do prazer e da realização pessoal.
O EU lNTRAGRESSIVO se esquece de que o OUTRO não tem obrigação de concordar nem de facilitar a sua realização pessoal. Se esta facilitação ocorre é óptimo, e podemos falar de AMOR/cooperação e, se não ocorre, podemos contar com o facto de que algum vínculo de PODER ou de dominação (de um pelo outro) esteja sendo a principal preocupação. Não é incomum que, com o tempo, os “tipos” se acomodem em uma relação de “jogo de poder” onde acaba estabelecida a regra de que um “tudo pode” e o outro “nada pode”. Continue reading »
Ser Amado
![]()
Dr. Edgard Bottini – Hipnoterapeuta e Psicanalista
“Sabemos que o ser humano, desde os primórdios da nossa história, busca estabelecer um elo com um parceiro, o outro, seja em função de um apelo sexual que nada mais é do que a forma de garantir a perpetuação da espécie, seja em função de um apelo afectivo, buscando saciar nossa necessidade de emoção e de auto afirmação. Essa condição sine qua non para uma vivência feliz é tão acessível hoje quanto ontem, independentemente dos diferentes comportamentos sociais em épocas distintas. Se hoje somos individualistas, julgando-nos auto suficientes e independentes, é por que não temos consciência das influências trazidas em nosso universo interior, desde ou antes de uma vida uterina. É por que não temos consciência da importância de mergulhar em nosso interior e descobrir as interferências inconscientes que sofremos, levando-nos a comportamentos, reacções ou emoções que comprometem nosso relacionamento, com toda a comunidade, de modo geral, mas, e principalmente, com nosso parceiro amoroso, em especial.
Felizmente temos hoje, através da hipnoterapia, meios de promover o encontro entre o consciente e o inconsciente, de forma comprovadamente rápida e eficaz, para localizar as causas de tais reações e comportamentos, de forma a poder eliminá-los ou amenizá-los. Também nos permite reforçar valores e desenvolver talentos. Mas, mais do que tudo, permite o equilíbrio com nossos universos, físico, emocional, humano, animal, tornando-nos aptos a compreender, a aceitar, a compartilhar de tudo o que está ao nosso alcance. Assim, estamos prontos para viver o amor, o amor que deve vir primeiro de nós para nós mesmos. E depois, conseqüência natural, evolui para o outro, com muito maiores chances de sermos felizes.
SER AMADO
Para ser amada uma pessoa precisa, antes de tudo, se amar. Amar a si próprio é mais difícil do que pode parecer a primeira vista. Damo-nos conta de nossas aspirações e desejos e, com isto, das dificuldades para alcançá-los. Daí decorrem duas possibilidades: ou nos conformamos com as nossas limitações e tornamo-nos amargos, tristes e, na visão das pessoas que nos cercam, negativos e chatos; ou brigamos com a vida tentando sobrepujar estes obstáculos, que podem ser financeiros e /ou , sociais e, se não vencermos, só faremos aumentar nossas frustrações e angústias. Continue reading »
Ciúme e desconfiança sob um ponto de vista psicológico
![]()
Professor Luis A. Vasconcellos – Psicólogo Clínico
O “Inseguro/desconfiado” e suas projecções negativas sobre o Outro
“É fundamental notar que a desconfiança esteja sempre à procura de um motivo real onde se instalar e, de facto, nem precisa ser tão real assim: basta ser plausível e pronto!
Ela se instala!!!
Muito me tem sido perguntado quanto a esta “contaminação nociva” tão comum nos relacionamentos. Primeiro, se faz imperativo ressaltar que, esta “fantasia de segurança” que DEPENDE do outro para se tornar efectiva, não é segurança real, pois depende do Outro para existir.
De facto, em realidade, para o “desconfiado/inseguro” típico, não importa o que o Outro faça para evita-la, pois a Insegurança estará sempre presente, à espera de um motivo, já que ela não depende de um motivo real, pois emana do EU.
Vice-versa, poderíamos dizer que a “Confiança” e a “Segurança” são qualidades energéticas, ou seja, são algo que a gente ENTREGA, pois emana do EU para os Outros, ou então não existe, de modo algum.
É necessário ressaltar o aspecto “radiante” ou “energético” da confiança, do amor e da fé. Trata-se de um fenómeno energético, que tem a direção do EU para fora do EU e é projectada sobre o mundo e os outros. Aquele estado, comumente também chamado de “confiança” e que depende do Outro (ou do que o Outro faça!) para existir ou para se manter, em verdade, não merece este nome, pois não é confiança coisa nenhuma.
Se eu confio, não vigio, se confio não me faço um “negociante” da confiança ou da desconfiança do Outro, não me torno um GUARDA restritivo e muito zeloso de suas “posses adquiridas”, não me torno um “segurança”, sempre pronto a cercar e garantir, sempre pronto a proibir e a limitar a liberdade do outro.
Se EU, em nome de minha Insegurança exijo “provas” diuturnas de que o Outro nada tenha feito para merecê-la, então, de fato, de dentro de minha Insegurança, o Outro é CULPADO, a menos que PROVE O CONTRÁRIO, pois a realidade única que eu permito é a da minha DESCONFIANÇA e o Outro, na verdade, não é levado em conta, e sim, desconsiderado e desrespeitado em sua Individualidade, poder de escolha e liberdade. Aí está a raiz psicológica da Democracia aplicada ao campo dos relacionamentos interpessoais. Continue reading »
Arquivado em artigos, Luis Vasconcellos | Comment (1)Metades
![]()
Jaqueline Reyes – Terapeuta
“De quantas metades somos feitos ?
De quantas metades precisamos para dar os passos necessários a nossa felicidade ?
Por quanto tempo ainda vamos viver nas metades ?
Se somos feitos de polaridades é porque podemos vivê-las sem que isto
signifique subjugar uma em função da outra. Pois ambas são necessárias à
nossa totalidade.
Experimente simplesmente seguir o caminho do meio e ser : Eu Sou Masculino e Feminino ! Eu Sou Caça e Caçador ! Eu Sou Alegria e dor ! Eu Sou… tudo o que desejar Ser.
Quando assumimos que somos “bom” e “mal”, “claro” e “escuro”, que temos dentro de nós sentimentos de “amor” e “ódio” nos libertamos de paradigmas que nos “obrigam” a sermos “certinhos”, de correspondermos as expectativas de todos e deixando as nossas para um outro dia, uma outra oportunidade.
Ser inteiro, integro com tudo o que se é, precisa de treino diário, de observação constante do que nos motiva para cada acção nossa.
Há muitos cursos e terapias que nos orientam, auxiliam, neste encontro do Eu, do ser que somos, e que por vezes permanece escondido até mesmo de nós.
Só participar de um curso ou ir para uma terapia também não vai ser a “solução” de todos os “problemas”, mas é o despertar para consciência do ser que você é ou pode vir a ser se trabalhar profunda e regularmente em si próprio.
Eu sempre fico “receosa” com cursos e profissionais que assumem ser aquele método o melhor de todos, o único capaz de resolver tudo.
Qualquer que seja o método ou o terapeuta é preciso sempre considerar que é a sua vida, e que você deve ser o único a geri-la. Dar o poder sobre a sua vida para quem quer que seja é a via mais rápida para a decepção e a dependência. Decepção porque todas as pessoas são falíveis e só você sabe realmente o que é melhor para si. Dependência porque ao se habituar as “muletas” elas começam a fazer parte de você, apesar de ser exterior a sua pessoa, e cada vez que algo correr menos bem você vai correr para as “muletas”. Continue reading »
Arquivado em artigos, Jaqueline Reyes | Comment (1)Floral “Laurus Nobilis”
![]()
Ficha Técnica
Florais St. Germain
Nome Científico: Laurus nobilis
Nome popular: Loureiro-dos-poetas
Família:Lauráceas
Origem:Região Mediterrânea
Raios Divinos:Opalino
“Esta essência extraída das flores do loureiro nos inspira a romper ligações com o passado. Nada mais adequado a isso do que este arbusto consagrado ao Deus Apolo, que frequenta tradicionais eventos da civilização ocidental, desde a antiga Grécia. O louro representa sabedoria e a glória. A coroa de louros reconhecia os feitos de generais gregos e romanos, além de consagrar vencedores dos jogos olímpicos, génios, poetas, sábios e heróis.
Célebre honraria é o significado do termo Laurus nobilis. Conhecido também no Oriente, o louro simboliza a imortalidade obtida pela vitória.
A virtude mai snobre deste floral é seu poder libertador, que nos encoraja a tomar uma atitude sábia e heróica, ajudando-nos a reunir as condições psicológicas e espirituais necessárias para vencer os apegos e os medos mais profundos,a fim de nos libertarmos de velhos condicionamentos impostos e perpetuados pela religião, família, escola ou sociedade.
O floral nos convida a assumir, aqui e agora, nosso Eu verdadeiro, e aliviar a bagagem de quinquilharias emocionais geradas pela dificuldade de romper condicionamentos que trazemos de longa data, quem sabe até de vidas passadas. Um verdadeiro portal, traz a esperança da renovação e nos religa à manifestação das mudanças no planeta, para a conquista de novos tempos de glória e sabedoria.
Uso fitoterápico : É usado como estimulante do apetite e em casos de contusão, cólica menstrual, diarreia, reumatismo, hemorróida e afecções da pele e dos ouvidos. A industria farmacêutica usa partes do loureiro como diurético ou para combater fraqueza orgânica, febre, infecções, dor, nevralgias, úlceras e ausência de menstruação.
Texto retirado da revista brasileira de Terapia Floral, edição especial, viaspalato
Arquivado em artigos, Florais | Comment (0)Floral “Jasmim Madagascar”
![]()
Ficha Técnica
Florais St. Germain
Nome Científico: Stephatonis floribunda
Nome popular: Jasmim-madagascar, estefanote
Família:Asclepiadáceas
Origem:Madagascar
Raios Divinos:Água Marinha com matizes do raio Pêssego
“Resistente, esta trepadeira arbustiva floresce por toda a primavera e verão, enroscando-se pelas cercas, abraçando colunas das varandas das casas, revestindo caramanchões. Suas flores graúdas, que parecem de cera, se agrupam em belíssimos cachos alvos e perfumados.
Delas é feita ess~encia Jasmim Madagascar, ideal para quem engole ou engoliu muito sapo. Esta essência não se destina só aos que costumam levar desaforo para casa. Age especialmente sobre o chacra laríngeo dos que se calam por medo de contar os maus tratos, ameaças ou chantagens sofridas, que lhe causam tanta angústia e dor.
Traz ajuda e protecção a quem foi subjugado pela perversidade alheia e não pode pedir socorro nem contar com ninguêm.
Jasmim Madagascar auxilia quem se sente impossibilitado de se defender das injustiças cometidas contra ele, para não perder o emprego, não apanhar quando chegar em casa (no caso de crianças), para quem não quer comprometer outras pessoas, para quem foi sequestrado, roubado, maltratado, insultado, torturado, estruprado e se cala por medo de sofrer violências morais ou físicas e até por medo de morrer. É indicado a filhos de pais violentos e útil para quem se engasga com facilidade ou traz uma memória, quem sabe de outras vidas, de morte por afogamento ou engasgo. Este floral abre e revitaliza o centro energético que corresponde à região da garganta, facilitando a comunicação de qualquer situação em que se tenha medo de falar, até por questões insconscientes. É óptimo também para ajudar os cantores soltarem a voz.
Uso fitoterápico : Não há.
Texto retirado da revista brasileira de Terapia Floral, edição especial, viaspalato
Arquivado em artigos, Florais | Comment (0)Floral “Ipê-Roxo”
![]()
Ficha Técnica
Florais St. Germain
Nome Científico: Tabebuia impetiginosa
Nome popular: Ipê roxo, Ipê rosa, pau d’arco
Família:Bigoneáceas
Origem:Brasil
Raios Divinos:Opalino com as graduações do Roxo, Amarelo, Dourado, Branco, Rosa e Verde suave.
“Um tónico floral que fortalece mente, emoções e, consequentemente, o físico, Ipê Roxo ajuda a repor as energias gastas em situações de stress. Tonifica o Eu e nos impulsiona para a vida. Os ipês aparecem em várias regiões do Brasil, desde o Norte, passando pela caatinga e cerrado, até as florestas do sul.
São cerca de 10 espécies que chamam a atenção pelo porte e floradas lindíssimas que surgem em cachos, de Maio a Agosto, quando a árvore perde praticamente todas as folhas. Estas flores são vistas de longe, em nuances cor-de-rosa nos campos e florestas, ou embelezando parques, ruas e jardins. As espécies resistiram bravamente à devastação de nossas matas e às intempéries.
Ipê Roxo desbloqueia os resíduos de traumas psicológicos que podem se manifestar no físico em forma de doenças autodestrutivas. Fortalece os corpos suprafísicos, inclusive de portadores de Cañcer ou neoplasias, submetidos à radioterapia. É indicado aos que não vêem saída para o estado em que se encontram, vitimados pelos reveses da vida, mergulhados na escuridão da alma, entregues ao sofrimento. Resgata a esperança, a inspiração e a força para a pessoa se reerguer e seguir adiante.
Uso fitoterápico : É utilizado como depurativo do sangue, antibiótico natural e nos seguintes casos: impingem, coceiras, sarna, diabetes, úlcera gástrica ou duodenal, arteriosclerose, gastrite, eczema, estomatite, sífilis, leucorréia, nevralgia, bronquite, infecções, asma, doenças do útero e do ovário. Tem propriedades anti-microbiana, anti-inflamatória, analgésica e anti-neoplásica (combate tumores malignos e benignos).
Texto retirado da revista brasileira de Terapia Floral, edição especial, viaspalato
Arquivado em artigos, Florais | Comment (0)Floral “Indica”
![]()
Ficha Técnica
Florais St. Germain
Nome Científico: Canna Indica
Nome popular: Biri, bananinha-de-jardim
Família:Canáceas
Origem:Brasil
Raios Divinos:Opalino, com graduações Verde-Branco, Azul-Violeta e Rosa
“Desta espécie tropical que produz flores exóticas quase o ano todo, é feito o floral Indica. A planta ultrapassa pouco mais de um metro de altura e suas inflorescências vermelhas com detalhes amarelos embelezam as matas e jardins, com muito estilo, garantindo ainda o néctar apreciado pelos beija-flores.
O floral Indica é ideal para aqueles momentos da vida em que nossa visão parece ofuscada, não conseguimos enxergar o que está por trás das aparências, como se, inconscientemente, não quiséssemos saber a verdade.
No fundo, sabemos, por intuição, que essa verdade está longe de ser o que gostaríamos que fosse. Mas a angústia cresce e isso nos leva a buscar uma resposta esclarecedora para algo que nos incomoda ou até ameaça, porque pressentimos que existe, embora esteja oculto, escondido, como se nada fosse.
Indica dá suporte à mente e às emoções, enquanto “desinflama” e clareia a nossa visão, nessas horas.
As flores desta herbácea rizomatosa e perene descongestionam o chacra frontal, reequilibrando esse centro de força do organismo e auxiliando inclusive em casos de inchaço nas vistas. Ao tomar esta essência, a pessoa vai em busca da resposta, acessando os canais intuitivos. O floral amplia a visão interna de tal forma, que a resposta pode chegar ajudada pela própria intuição, ou por um sonho que nos traga o entendimento da situação e nos mostre o caminho da verdade”.
Uso fitoterápico : Não há.
Texto retirado da revista brasileira de Terapia Floral, edição especial, viaspalato
Arquivado em artigos, Florais | Comment (0)







