Ver a “beleza” da Crise. Uma oportunidade para continuar a evoluir!
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“A beleza da crise”
Gilberto de Souza
“Você já percebeu que todas as crises que experimentamos nos ajudam em nosso processo de desenvolvimento? Neste vídeo, de pouco mais de 3 minutos, Gilberto de Souza oferece uma reflexão sobre o impacto e os possíveis benefícios que as crises nos oferecem, quer seja como indivíduos, organizações, comunidade ou Humanidade”.
Todo o contéudo deste post foi retirado do site Pentágono – Capacitação em Excelência: http://www.excelenciaemlideranca.com.br
De que forma, está ligado o Livro do Apocalipse com a cruz fixa que surgiu nos céus?
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Quarta Parte – Entrevista
Fernando Albuquerque
Nesta entrevista Fernando Albuquerque vai pela primeira vez falar-nos de temas tão controversos como; os Maias, as profecias de Nostradamus e os fenómenos de Fátima, de que forma estão ligados ao final de uma era e o começo da nova, no ano de 2012.
Quarta Pergunta:
4. De que forma está ligado o Livro do Apocalipse com a Cruz Fixa que surgiu nos Céus?
Resposta:
“O Livro do Apocalipse é escrito por S. João Evangelista – um dos Filhos do Trovão como era chamado por Jesus Cristo – quando do seu exílio na Ilha de Patmos no Dodecaneso Grego. Isso e logo muito interessante porque sugere uma ligação astrológica com os Doze Signos e implicitamente uma ligação à Matriz.
Parece-me inequívoco, que o Livro do Apocalipse tem forte componente astrológica, pela questão de Eclipse – que é aquele que encobre – que gere o ENCOBERTO uma vez que há uma associação iconográfica muito forte entre Cristo e o Sol, verdade que se vai encontrar em todas as Religiões – porque naturalmente elas emergem da interpretação da própria Matriz (não nos devemos esquecer disso).
Por outro lado, os grandes investigadores da Bíblia estão de acordo em associar o Sonho de Ezequiel, com o Livro do Apocalipse. E que tem esse sonho de especial? Bom terá tanto que é descrito na Bíblia, e o mais extraordinário é que ele sonha com os Animais que são nem mais nem menos os representados nos 4 Signos que constituíram a Cruz Fixa Cósmica – gerada a partir do Eclipse de 11 de Agosto de 1999.).
Isso é no mínimo extraordinário… depois vêm as coincidências que não nos devemos esquecer também. A palavra Apocalipse – significa literalmente Revelação
Se formos encontrar equivalências nas Letras Adâmicas (originais Hebraicas) vamos reparar que a 17 letra significa isso mesmo – Revelação e ate é representada por uma boca. Bom mas, não ficamos por aí porque o 17 é um número muito significativo na História de Portugal – ele é mesmo o número do seu Biorritmo. Mas, mais é que sendo o seu valor secreto de 153 – vamos parar às contas de um Rosário e o que e que a Senhora de Fátima disse aos Pastorinhos? Não rezem a mim, mas a Nossa Senhora do Rosário. Temos que convir, que é no mínimo curiosa esta interligação de coincidências. E como muita gente diria, será que as há?”
Esta entrevista continua amanhã com a resposta às seguintes perguntas:
5. Na sua conferência referiu uma ligação entre O Signo de Leão e a Tribo de Judá, que estariam ambas relacionadas com o Livro do Apocalipse, quer por favor explicar?
6. Nostradamus referiu alguns dos acontecimentos que se vieram a verificar, podemos denominar de profecias ou existe alguma técnica subjacente?
Entrevistado por Ana Pereira (Indian Rose)
Arquivado em Conferências, Entrevistas | Comment (0)“Falou em Matriz, quer explicar melhor de que se trata?”
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Terceira Parte – Entrevista
Fernando Albuquerque
Nesta entrevista Fernando Albuquerque fala-nos de temas tão controversos como; os Maias, as profecias de Nostradamus e os fenómenos de Fátima, de que forma estão ligados ao final de uma era e o começo da nova, no ano de 2012.
Terceira Pergunta:
3. Falou em matriz, quer explicar melhor de que se trata??
Resposta:
“Tudo o que existe na Terra – em que nos vivemos – comporta-se e manifesta-se segundo um processo muito idêntico ao dos motores a 4 tempos. Esse facto tem a ver com a trajectória que a Terra executa em torno do Sol. É uma espécie de elipse onde se pode desenhar uma Cruz. Nos vértices dessa cruz temos dois Solstícios e dois Equinócios. À medida que (dizemos nós) o Sol ali passa (porque na realidade nós e que passamos) as Declinações são diferentes e então surgem as 4 Estações do Ano, de forma sequencial. Mas, toda essa Elipse está relacionada directamente com o Zodíaco e por isso sabemos que na Primavera por exemplo, o Sol Ingressa no Signo de Carneiro ou que em 21 de Dezembro, que é o Solstício de Inverno – Ele Ingressa em Capricórnio.
Queiramos ou não aceitar isso, essa disposição planetária dos movimentos de rotação e translação da Terra, vão condicionando por um lado as Estações do Ano, por outro os Dias e as Noites – e ninguém os consegue alterar, porque essa é uma condicionante da Matriz ou daquilo que nos gere. No fundo pode mesmo dizer-se que o nosso sistema planetário – Sol incluído – e quem nos permite vida, mas também de alguma forma nos condiciona – e ainda bem porque reflecte um organização e um determinismo muito grande – o que é antagónico ao caos. Então pode haver caos no sentido estrito de o olharmos como fenómeno isolado, contudo numa perspectiva maior – não o é. Ou podemos dizer melhor… pode haver caos dentro de limites perfeitamente determinados e limitados. Isto é algo semelhante à questão do determinismo e do livre arbítrio. É evidente que ambos existem, mas a extensão de cada um deles e que se torna menos compreensível pela nossa tendência analítica, o que nos faz perder a visão do todo.
A harmonia com essa Matriz permite uma determinada dinâmica. O contrário, não afectando de todo a Matriz – porque ela é cósmica, produz consequências de ajustes naturais – que prendem-se com Leis Físicas, e não com concepções éticas, porque por exemplo a Terra não se vai “chatear “ com os desequilíbrios que lhe possamos infligir, mas naturalmente reage de uma forma física concreta com processos de auto-equilíbrio.
“
Entrevista por Ana Pereira (Indian Rose)
Para a semana, continuamos com a entrevista a Fernando Albuquerque, com a resposta à Quarta e Quinta Pergunta
Arquivado em Conferências, Entrevistas, Eventos | Comment (0)Entrevista com Fernando Albuquerque
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Primeira Parte – Entrevista
Fernando Albuquerque
Nesta entrevista Fernando Albuquerque vai pela primeira vez falar-nos de temas tão controversos como; os Maias, as profecias de Nostradamus e os fenómenos de Fátima, de que forma estão ligados ao final de uma era e o começo da nova, no ano de 2012.
Primeira Pergunta:
1. O que o levou a interessar-se por fazer um trabalho e um estudo exaustivo relativamente a este período, que vai desde 1917 a 2012, sobre a história da humanidade e mais especificamente sobre a história de Portugal?
Resposta:
A primeira coisa naturalmente tem a ver com dois aspectos que considero importantes e altamente mobilizadores: gosto muito de investigar por um lado e por outro é um assunto que se prende à minha própria história porque não deixo por um lado de herdar todo o peso da tradição e história portuguesa e por outro, de ser um protagonista – como de resto todos nós – neste tão importante período de tempo.
Depois há ainda a oportunidade, porque sendo astrólogo vou conseguindo correlacionar outro tipo de informação que está mais velada, porque muita dela está realmente no céu e não na terra. Finalmente porque Portugal é um país extraordinário pela sua já longa História, o que o torna um extraordinário laboratório astrológico. Os EUA por exemplo tendo feito a sua Constituição em 1865, são neste sentido muito novos na perspectiva do que estamos a falar, ate porque ainda nem sequer concluíram o primeiro Ciclo de Plutão.
Essas questões em Astrologia Mundial - ou estudo dos Países é muito importante – só para lhe dar um exemplo, nós portugueses tivemos uma Presúria e um Condado – esses dois momentos estão ligados por um Ciclo de Plutão. Depois de constituídos como País Político, exactamente num outro Ciclo seguinte de Plutão – sofremos a Batalha de Aljubarrota, onde poderíamos ter perdido a soberania – Batalha que ainda hoje intriga os militares e historiadores porque as frentes de combate eram muito desequilibradas em termos de forças. Contudo nós que dispúnhamos de menos intervenientes ganhamos esse confronto.
Então deparamo-nos sempre com duas realidades: a que foi de facto e aquela onde haverá por certo elementos menos explicáveis mas, que tiveram de ocorrer de alguma forma. Isso gere lendas o que é outra faceta extraordinária… muitas vezes anos depois aparecem determinados escritos, relatando pormenores que já ninguém pode facilmente comprovar. Essa faceta abre portas a no mínimo se tentar perceber dum ponto de vista astrológico se existe ou não coerência entre o que consta como registo e aquilo que se diz. Verdade? Lenda? Ou uma estratégia que sempre acompanhou os grandes momentos e é contornada de forma inteligente? São dúvidas que eu tenho.
O que nos pode dizer o céu sobre isso? Há coerência ou não?
E nessa sequência de factos há uma linha idêntica – isto é, as mesmas características ou no mínimo características semelhantes? E com que tudo isso pode ser correlacionável?
Como vê, há toda uma série de labirintos, que não deixam de ser pistas que podem ser seguidas… umas abortam naturalmente, outras são de facto correlacionáveis e mantêm uma lógica entre si – o que torna este estudo apaixonante e ate um grande desafio. Na prática é como construir um grande puzzle, pois como qualquer outro a visão global só surgirá se preenchermos o máximo de peças soltas. E por mais extraordinário que lhe pareça, acaba sempre por se descobrir nas nossas próprias vidas um ou outro aspecto, um ou outro lugar ou história pessoal, que parece fazer uma ressonância, como se tudo acabasse por estar inter-relacionado.
Em resumo, há paralelismos entre a História Mundo, a História do País em que vivemos e a nossa própria história pessoal – e perceber isso, com algum discernimento torna-se tão interessante quanto viver dentro dum livro de histórias onde simultaneamente somos participantes activos e personagens.
Antes de lhe responder à questão 1917 – 2012 deixe-me ainda fazer-lhe uma outra analogia – tem a ver com um filme que vi há muitos anos, lembro-me do seu conteúdo mas, não do seu titulo.
Tratava-se de um assassinato. Os próprios actores iriam agora recriar o cenário – ou melhor – os cenários possíveis. Na medida em que recriavam situações em torno do argumento, tinham liberdade de criar – vivenciar sentimentos, absorver outro tipo de informações e o resultado foi descobrir pistas, que nem os próprios investigadores oficiais tinham relacionado – isto porque tudo foi revivido, observando-se várias perspectivas da mesma realidade.
Só no CSI é que as coisas têm aquela linearidade. Pense só em casos como o de Camarate e o da recente Madie e veja como tudo se processa na realidade que nos é imposta. E isto só como exemplo e para explicar este modelo de investigação, que é muito abrangente porque partindo do fenómeno em si, nunca pode desenquadrar-se duma realidade mais abrangente. É como o problema da saúde – quando temos uma dor – o problema não está garantidamente onde a sentimos… porque ela é um sinal que precisa de ser descodificado, para chegar-mos então à origem que nos afecta.
A questão 1917 – 2012 é a todos os títulos uma das mais interessantes e ocorrida com testemunhas em território nacional.
Como tive oportunidade de dizer na conferência para os Católicos e Crentes, é Nossa Senhora de Fátima e ponto final – que o digam os milhares que ali se deslocam todos os anos nas efemérides das Aparições. E nada há de errado nisso. A questão que eu me referi – é que há todo um manancial informativo e correlacionável, o que pode levar-nos a tirar algumas conclusões que mais do que história passada, são informações importantes que se projectam para um futuro.
O problema é este: se olharmos Fátima como fenómeno em si – temos uma perspectiva. Se o olharmos de uma forma integrada, temos outra completamente diferente, porque e nisso estou de acordo, há realmente o anunciar informativo mas, que extraordinariamente essa informação foi transformada nos Segredos de Fátima. É evidente que a especulação sobre o assunto aumentou, mistificou-se e por uma certa tendência dividiu-se em dois grupos: os que acreditam e os cépticos. Mas, o que se passou realmente? Que segredos são esses? Quem é a Senhora de Fátima?
Como em muitas outras ocasiões aconteceu, só vinte anos mais tarde Lúcia, escreve sobre o assunto, o que também não deixa de ser uma característica comum.
A minha própria convicção não é importante… importante é conseguir-se enquadrar dentro duma lógica tecnicamente suportável, que essas Aparições – as do Anjo e da Senhora, enquadravam-se num plano maior – alertando para as mesmas datas e culminado todo um processo no chamado Milagre do Sol, testemunhado por milhares de pessoas, como relata a imprensa da época em 13 de Outubro de 1917.
Então agora começam as questões: é comprovável ou não astrologicamente o sucedido? Efectivamente é – se e só se – o enquadrarmos por um lado com a Batalha de S. Mamede e por outro com o Eclipse Solar de 1999 e a Cruz Fixa. É uma das tais peças do puzzle que encaixa absolutamente. Isso leva-nos a rever muita coisa, porque sendo o fenómeno Fátima enquadrável a este nível de rigor temporal e articulável com a própria História só temos duas saídas: ou Portugal tem realmente um papel determinante nos dias vindouros – e assim sendo teve de o manter vivo em todo o seu passado – e mesmo assim ainda bifurcamos para:
- Trata-se de um Projecto Cósmico
- Ou trata-se de uma estratégia inteligente que suporta a coerência das coisas, contornando-as dentro da sua vontade livre e distorcendo a informação?
Pessoalmente sou de crer que as duas facetas são verdadeiras. Assim sendo quem controla a informação? A Igreja? O Estado? Uma Ordem Secreta? Ou quem? E este ou quem – é na verdade o que mais me intriga.Uma coisa é certa – os Maias e isso é mais que público, fizeram chegar a nós uma tradição que fala em “mudança ou finais de tempos em 2012”. A história de Portugal, segundo a minha perspectiva, induz-nos nessa mesma linha. E a Senhora de Fátima é também sobre o que nos veio falar e por mais extraordinário – a própria Igreja, não toca nesse assunto. Porque as mensagens tem níveis informativos e eles não foram contemplados? Sabem mais, não lhes convém falar porque o assunto envolve-os? Ou para quem seria a Mensagem de Fátima?
Quando há 2000 anos se falou da Estrela de Belém, a quem serviu essa informação? Aos Reis Magos, certo? E quem eram Eles? E essa Estrela existiu ou é uma Estrela simbólica resultado da Conjunção de alguns Planetas? No entanto tudo aconteceu!… e para lá do querer – poder, a relação de factos suplantou a vontade humana, porque a leitura foi feita nos céus – por aqueles que a sabiam ler – nesse grande Livro.
Continua brevemente…. Deixe o seu comentário!
Entrevistado por Ana Pereira (Indian Rose)
Arquivado em Conferências, Entrevistas, Novidades | Comment (0)Ciclo de Conferências
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Novo Ciclo de Conferências:
“Final dos Tempos” ou ”Milagre do Sol”?
Fernando Albuquerque
Porto – 22 de Novembro
Lisboa – 11 de Dezembro
- Profecias Maias
- Final dos Tempos e 2012
- enquadramento astrológico de vários acontecimentos nacionais e internacionais
- Eclipse solar de 11 de Agosto de 1999
- Cruz Fixa Cósmica
- Livro e Eclipse
- Tribo de Judá versus Signo de Leão
- Centurias de Nostradamus e mês 7 de 1999
- Julho de 1999 e solstício de Inverno de 2012
- Batalha de S. Mamede e Grau 18 de Leão
- Segredos de Fátima
Se se interessa por estas matérias, e gostaria de saber o resultado de muitos anos de investigação do astrólogo Fernando Albuquerque, convidamo-lo a assistir a um ciclo de conferências sobre estas e outras matérias, ciclo que iniciará este mês de Novembro, com o tema : “Finais dos Tempos” ou “Milagre do Sol” ?
Trata-se de um ciclo de conferências, mensal, que se prolongará pelo ano de 2010, sobre todos os temas relevantes incluídos nesta 1ª conferência, que é em si mesmo uma chamada de atenção para a História simbólica e mística de Portugal.
Estas conferências têm a particularidade de serem interactivas, dando possibilidade de no final haver espaço para o debate de ideias.
Também para um melhor entendimento sobre estas temáticas vamos disponibilizar no blog da Indian Rose uma entrevista realizada por Ana Lourenço Pereira.
www.indianrose.pt/blog
Informações Práticas
Porto
Local:
Hotel Tryp, Matosinhos
Exponor
Informações adicionais: Circulo de Luz 96 3781012
Lisboa
Local:
Hotel Holiday Inn,
Avª António José de Almeida
Lisboa
Informações adicionais: Indian Rose 96 5789572
As novas condições destas conferências:
Inscrição e pagamento até 24 horas antes da Conferência : 8 euros
Pagamento no dia da Conferência : 10 euros
Inscrição e pagamento antecipado de 3 conferências : 22 euros
A inscrição prévia só será formalizada depois do envio do comprovativo de transferência.
Este sistema de pré-pagamento irá permitir prever antecipadamente as melhores condições para cada evento e assim gerir mais facilmente custos desnecessários a nível de recursos e logística.
Informamos ainda que estes valores destinam-se a liquidar custos com a apresentação pública deste trabalho.
Depois de cobertos todos os custos, caso haja excedente, esse valor será doado a uma Instituição de Solidariedade Social.
Brevemente disponível, neste blog, a primeira entrevista a Fernando Albuquerque, sobre estas temáticas.
Arquivado em Conferências, Eventos, Novidades | Comment (0)Festival da Terra 2009
Festival da Terra
Agradecemos o amável convite da revista Flor de Lotus para a Indian Rose participar na Feira “Festival da Terra”.
Lisboa – Cordoaria Nacional – 30,31 e 1 Novembro
Indian Rose apoia os seguintes eventos:
Maria Alexandra Viegas
Exposição de Arte permanente
Ana Alpande
Histórias para reflectir
Jaqueline Reyes e José Pedro Reyes
Viver a vida (bioconsciência e biodanza)
Fernando Albuquerque
Conferência “Fátima 1917 – Prenúncio de 2012″
Bradford W. Tilden
Concerto de Taças e Voz
Susana Pinho
Leitura da Aura
Kimon
Tarotúlia
e ainda no Stand da Indian Rose …
A venda directa dos bilhetes para concerto de piano de Bradford Tilden
venda directa de todos os livros da Lux-Citania, com 10% de desconto
Informações Práticas
Horário:
Sexta- Feira: 15:00 às 22:00
Sábado- 10:00 às 22:00
Domingo- 10:00 às 20:00
Entrada 5€, grátis para crianças até 12 anos
Programa detalhado em
www.terraalternativa.com
www.indianrose.pt
www.indianrose.pt/blog
Nereida Vilela
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O Propósito da Gripe A
por Nereida Vilela
Transcrição de Video-Conferência
Buenos Aires – Argentina em 20/07/2009
Nereida Fontes Vilela
Fonte : http://www.forumleituracorporal.blogspot.com/
http://leituracorporal-portugal.blogspot.com/
Na realidade, o vírus influenza, só se define se será uma gripe chamada comum ou uma gripe chamada suína depois de estar no organismo. Isso dependerá da necessidade de cada indivíduo.
O que este surto pretende é accionar em toda humanidade a liberdade para agir ou se manifestar segundo o sentimento ou o grau de envolvimento que estiver vivendo.
Um dos propósitos desta epidemia é devolver ao indivíduo a liberdade e o direito de manifestar-se segundo os seus sentimentos, segundo as suas vontades, segundo a sua disponibilidade, sem ter que viver o compromisso de cumprir uma performance ou de mostrar-se sempre emocionalmente resolvido.
Esta gripe está trabalhando em todas as pessoas, nas que fazem sintoma como nas que não adoecem, a recuperação da capacidade de ser transparente e a liberdade para escolher seus envolvimentos e de que maneira se envolver.
O objectivo é desenvolver as funções dos seios paranasais que procuram, estabelecer relações mais intimas, mais profundas e desenvolver autenticidade dentro das relações.
Então, este é o propósito da gripe, libertar em todos o direito de manifestar-se e de participar conforme os sentimentos vividos em cada situação, sem necessitade de manter-se ou parecer indiferente, sem a necessidade de fazer cara de paisagem.(estar sempre com a mesma expressão, independente do que se sente) Sem ter que estar no social repetindo o comportamento dos outros, e recuperar o direito de escolher, quando, como e com que intensidade se quer viver as situações da vida. Cada indivíduo que faz o quadro ajuda toda humanidade nessa conquista. Cada pessoa próxima a nós que desenvolve gripe comum ou gripe suína modifica seu código de DNA e influencia todos à sua volta. Por isso que se chama influenza.
Então JC considera importante que todos nós participemos do desenvolvimento dos seios paranasais porque se o fizermos, diminuímos a necessidade de que hajam pessoas contaminadas com esta doença. A relação é directamente proporcional. Aqueles que contraem a doença desenvolvem os paranasais dos outros e quem trabalha o próprio paranasal diminui o numero de pessoas que precisarão fazer sintomas. É uma troca justa. Se participamos diminuímos a força da epidemia.

Nereida Vilela
É importante lembrar que mesmo aqueles que estão manifestando gripe comum estão participando efectivamente do mesmo propósito e o influenza só se modifica para sua característica porcina dentro do organismo. Por isso os cuidados que se está tendo para evitar a disseminação precisam ser revistos, porque aqueles que estão com a gripe suina, estão sendo estimulados a desenvolver contactos mais íntimos. Então o grau de recolhimento ou isolamento que está sendo sugerido precisa ser melhor observado, porque se o indivíduo fica isolado e o corpo está trabalhando para que se experimente envolvimento verdadeiro, cria-se uma resistência ao desenvolvimento desta proposta. Não quer dizer que o isolamento não seja necessário, mas é importante que as pessoas não se sintam discriminadas. Então mesmo que isoladas as pessoas que estão à sua volta precisam oferecer muito carinho ao invés de medo.Porque assim o indivíduo que está vivendo oficialmente este processo pode se emocionar com sentimentos positivos e o influenza consegue o seu propósito, podendo voltar para as suas férias… o indivíduo se cura e sai do processo muito mais humanizado do que antes. É um bonito propósito.
Aqueles que não fazem a sintomatologia da gripe suína também estão desenvolvendo em si e para toda humanidade o mesmo propósito, só que essas pessoas, provavelmente vivem essa autenticidade afectiva em um grau maior do que aqueles que evoluem a sintomatologia suina.. Mas fazem parte do mesmo grupo.
Parece que a vida resolveu que este é o momento de se desenvolver liberdade para a experimentação da emoção que se estiver vivendo, sem quaisquer preconceitos e sem o compromisso de estar segundo a conveniência. Me parece muito bom, que todos nós participemos disso. Estão disponíveis?Que bom!!!
Podemos fazer medicina preventiva praticando espontaneidade e se não for possível, pelo menos que não haja uma expressão que a substitua, que nuble aquilo que a gente sente. É melhor não se expressar do que substituir ou se condicionar.
Terapêutica
Para fortalecer o sistema imunitário:
Indian Rose interactiva…
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Olá a todos….
Indian Rose está de volta

e para celebrar o regresso, apresenta o seu “Blog” que foi construído a pensar em servi-lo melhor.
O nosso objectivo é disponibilizar mais informação: artigos inéditos, novidades, entre outras coisas….
mas, acima de tudo, contamos com a sua participação…
Esta é mais uma iniciativa Indian Rose, disponível para todos a partir de Hoje.






