Simples é Diferente de Fácil

Junho 19th, 2011

43.1

Simples é Diferente de Fácil!

Autor: Ricardo Peixe

simples nao é facil 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por vezes ouvimos falar de pessoas a falar de Coaching ou Programação Neuro Linguística e ficamos com a sensação que a vida para estas pessoas deve ser um mar de rosas. Ouvimos falar de auto-diagnósticos, definir objectivos, persistência, aprendizagem, experimentar e ficamos com a ideia que a vida deve ser muito simples. Vou contar-lhe um segredo… a vida É simples! E simples é diferente de fácil.

Simples quer dizer que eu percebo o processo, que tem passos curtos e bem definidos e que estão bem explícitos. Fácil quer dizer que eu consigo fazer a tarefa ou processo. Algo pode ser simples e difícil ou fácil e complexo! A vida é de facto, na sua essência um processo simples e o Coaching ajuda-nos a compreender e encarar essa simplicidade de sabermos onde estamos, para onde queremos ir e dar passos para chegar lá. E é tambem muitas vezes, difícil dar estes passos, tomar estas decisões, aceitar novos (ou antigos) desafios… É exatamente por isso que ajuda ter alguém que nos coloque as perguntas certas, nos apoie no processo, nos dê mais ferramentas e no ajude a chegarmos a estados metais/emocionais/psicológicos onde temos mais recursos à disposição.

Na minha vida já passei por imensos problemas e derrotas. Já tive praticamente na bancarrota, perdi milhares de euros em investimentos falhados, sofri de amor, reprovei em provas, empregos e resultados. Já pensei que não podia ser pior e foi. Lutei e perdi. Senti-me impotente e incapaz de ter sucesso. Na minha vida já aprendi que há sempre pelo menos duas formas de olhar para qualquer situação, que posso retirar lições de qualquer situação e que não importa as vezes que cais e sim se te levantas a seguir. Aprendi que a vida não é uma corrida de 100 metros e sim uma maratona e estou muito feliz por a estar a viver. Tenho muitos sucessos que já atingi e ainda mais metas para onde quero crescer, sentir e viver.

Enquanto GT Coach e Trainer tenho tido o privilégio de ajudar dezenas de milhar de pessoas a terem mais resultados, sentirem-se melhor e conseguirem ser mais felizes, com recurso a algumas técnicas e ferramentas que já foram comprovadas por milhões em todo o mundo.
Desafio por isso a iniciar o seu processo de auto-coaching respondendo a estas perguntas poderosas:

- Quais as suas características que mais gosta?
- Quais as suas 3 mais-valias?
- Quais as 3 coisas que mudaria na sua personalidade/forma de trabalhar?
- Onde se vê a curto/médio e longo prazo?
- O que está disposto a fazer para chegar lá?

Ricardo Peixe
GTCoach & Trainer

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A concorrência que disputamos realmente existe?

Julho 22nd, 2010

43.1

Nortus – Centro de Excelência Humana

teste 1 “Especialista questiona se o ato de concorrer realmente existe ou se não passa de fruto de nossos modelos culturais. O que você acha? Há na humanidade um aspecto, ainda bastante significativo, que rege grande parte dos relacionamentos pessoais: a concorrência. E no que consiste a concorrência? Desde pequenos, dependendo da nossa educação e das nossas heranças culturais, crescemos mergulhados em um campo de informações que nos dizia (e talvez ainda diga) que precisávamos ser “os melhores” e não os melhores que pudéssemos ser.

E crescemos passando por muitas situações como máquinas, sem muita noção do que realmente estávamos gerando como resultado, focando em nosso benefício e, talvez, também no benefício das pessoas mais próximas, como um ato de “sobrevivência”. Até aqui, algo aceitável.

Com o passar do tempo, acabamos percebendo que, como seres humanos, nos desenvolvemos tendo como resultado uma vida em “sociedade”, o que significa hoje compartilhar uma estrutura mental, emocional e material que sirva à continuidade da vida.

Ao mesmo tempo, em muitos aspectos, continuamos travando disputas dentro do mesmo sistema que nos dá o suporte para vivermos. A partir daqui, quando já percebemos como a vida acontece, essas atitudes já são contestáveis. Como “disputar” dentro do sistema de pessoas, muitas vezes, com pessoas que nos servem à vida?

O fato da presença ainda marcante de memórias ancestrais, informando que “continuar vivo, mesmo que seja pela morte de outros” é permitido, coloca-nos em uma posição delicada na escala evolutiva. Como seres humanos, somos a espécie mais inteligente, mas ao mesmo tempo, agimos com um caráter quase ignorante diante dos princípios de continuidade da vida.

A concorrência é real ou ela existe somente em nossos modelos culturais? É necessário concorrer para que a vida continue? Modelos nos servem a cada fase de desenvolvimento da humanidade. É muito provável que o modelo da concorrência tenha sido gerado também para que a vida continuasse de alguma forma.

Mas, hoje surge uma questão: a concorrência é a forma mais inteligente de continuarmos vivos? O quanto a busca pelo nosso “lugar ao sol”, tentando ser melhor que os outros ou em detrimento da vida de outros, é mais inteligente que desenvolvermos o máximo da capacidade que temos? Cada indivíduo ou sistema (família, empresa, equipes etc) possui uma formação estrutural própria que determina uma fórmula individual (heranças culturais, experiências atuais, resultados), essa unicidade determina também excelência e expertise únicas.

 Se formos os únicos em nossas formações e formos o máximo que pudermos ser, teremos algum concorrente? Enquanto tentarmos ser melhores do que os outros, como seremos o máximo que podemos ser? A necessidade de adaptação para continuarmos vivos nos estimula a ir além do lugar aonde já chegamos.

A concorrência em essência é o estímulo interno, que nos instiga a ser ainda melhor do que já somos, impulsionando nosso desenvolvimento contínuo, nossa sobrevivência e a continuidade de nossas vidas. Nosso maior concorrente é o que está obsoleto em nós, é o que nos estagna, impedindo-nos de ir além. Pense nisso!”

Artigo de: Mirian Coden (Especialista em Alinhamento Metassistêmico e Diretora de Desenvolvimento do Nortus Centro de Excelência Humana)

Fonte: http://br.hsmglobal.com