Haloterapia
![]()
Novo em Portugal “Haloterapia” por Câmera ou Casulo de Sal

Saldium projecta e constrói!
A terapia em câmara de sal ou casulo, tem sido reconhecida por séculos como uma abordagem exclusiva e natural para aliviar os sintomas de várias doenças respiratórias, doenças dermatológicas e alergias. É especialmente considerada como um tratamento para a asma. É aceite na Europa Oriental como um método útil de aliviar os sintomas e é usado com frequência diária. Agora a haloterapia ou câmara de sal tem interesse global e o seu poder como uma terapia complementar não pode ser negada.
Esta terapia é recomendada para três áreas principais de doenças e alergias:
1) Pulmão e doenças respiratórias, como asma brônquica, bronquite crónica, tosse de
fumadores, fibrose cística, enfisema, amigdalite, otite média e faringite, tosse, febre
do feno, rinite, sinusite e repetidas infecções virais.
2) Pele e doenças dermatológicas, como dermatose, eczema e Psoríase.
3) Saúde mental tais como stress, fadiga e depressão.
Os negócios que poderão beneficiar com a introdução da terapia de sal são:
Spa’s, Clínicas, Centros de Lazer, Centros de Saúde e Bem Estar, Ginásios, Hotéis, Salões de Beleza… e muitos outros.
Para saber mais sobre esta terapia e como poderá ser uma oportunidade de negócio »»
Newsletter da Indian Rose acerca da Haloterapia »»
Arquivado em Entrevistas, Novidades | Comment (0)
André Louro de Almeida no SapoZen
![]()
Desenvolvimento Espiritual – IV Parte
André Louro de Almeida
Quarta parte da entrevista no Canal Sapo Zen – Clique aqui para ouvir
Aceitando o convite da Drª Heloisa Miranda do Canal Sapo, André Louro de Almeida foi entrevistado no Canal Sapo, tendo ficado disponivel dia 16 Fevereiro, a quarta parte da sua entrevista.
Restantes entrevistas:
Arquivado em Entrevistas | Comment (1)Fernando Albuquerque no SapoZen
![]()
Astrologia Empresarial – III Parte
Fernando Albuquerque
Terceira parte da entrevista no Canal Sapo Zen – Clique aqui para ouvir
Aceitando o convite da Drª Heloisa Miranda do Canal Sapo, Fernando Albuquerque foi entrevistado no Canal Sapo, tendo ficado disponivel dia 17 Fevereiro, a terceira parte da sua entrevista.
Restantes Entrevistas:
Parte I
Parte II
Entrevista a Jaqueline Reyes – II Parte
![]()
Sobre a Leitura da Aura
Jaqueline Reyes no Canal Sapo
“A aura é o campo de energia viva que rodeia o nosso corpo físico, e que contém várias informações sobre o nosso espírito. A tonalidade da sua cor diz-nos algo sobre a nossa essência e sobre o nosso estado físico, psíquico e espiritual. Uma vez que a aura influencia os nossos pensamentos, crenças e os nossos comportamentos, ela vai intervir e interferir nas nossas escolhas futuras, assim a leitura da aura e a sua harmonização vai permitir desbloquear acontecimentos, pensamentos e emoções”.
Formada em Homeopatia e Naturopatia, pelo Instituto de Santé, no Canadá, Jaqueline Reyes exerce a sua actividade como terapeuta e administra cursos de Desenvolvimento Pessoal desde 2000.
A complementariedade em diversas áreas que domina: Homeopatia, naturopatia, acupunctura, corpo espelho, etc, traz ao seu diagnóstico, também a complementariedade necessária para as fases seguintes.
Jaqueline Reyes, é um ser extremamente sensível e uma mulher determinada.
Workshops marcados para Lisboa e Porto, veja informações detalhadas em www.indianrose.pt.
Próximo Workshop é já no dia 27 e 28 Fevereiro no Porto.
Arquivado em Cursos, Entrevistas, Videos | Comment (0)Entrevista a Jaqueline Reyes pelo Canal Sapo
![]()
Sobre a Leitura da Aura
Jaqueline Reyes
“A aura é o campo de energia viva que rodeia o nosso corpo físico, e que contém várias informações sobre o nosso espírito. A tonalidade da sua cor diz-nos algo sobre a nossa essência e sobre o nosso estado físico, psíquico e espiritual. Uma vez que a aura influencia os nossos pensamentos, crenças e os nossos comportamentos, ela vai intervir e interferir nas nossas escolhas futuras, assim a leitura da aura e a sua harmonização vai permitir desbloquear acontecimentos, pensamentos e emoções”.
Formada em Homeopatia e Naturopatia, pelo Instituto de Santé, no Canadá, Jaqueline Reyes exerce a sua actividade como terapeuta e administra cursos de Desenvolvimento Pessoal desde 2000.
A complementariedade em diversas áreas que domina: Homeopatia, naturopatia, acupunctura, corpo espelho, etc, traz ao seu diagnóstico, também a complementariedade necessária para as fases seguintes.
Jaqueline Reyes, é um ser extremamente sensível e uma mulher determinada.
Workshops marcados para Lisboa e Porto, veja informações detalhadas em www.indianrose.pt.
Próximo Workshop é já no dia 16 e 17 de Janeiro em Lisboa na Rua Castilho e dias 27 e 28 Fevereiro no Porto.
Arquivado em Cursos, Entrevistas, Videos | Comment (0)Qual a ligação entre o signo de leão e a tribo de Judá ?? Qual a relação com o Livro do apocalipse?
![]()
Quinta Parte – Entrevista
Fernando Albuquerque
Nesta entrevista Fernando Albuquerque vai pela primeira vez falar-nos de temas tão controversos como; os Maias, as profecias de Nostradamus e os fenómenos de Fátima, de que forma estão ligados ao final de uma era e o começo da nova, no ano de 2012.
Quinta Pergunta:
5. Na sua conferência referiu uma ligação entre O Signo de Leão e a Tribo de Judá, que estariam ambas relacionadas com o Livro do Apocalipse, quer por favor explicar?
Resposta:
“Se reparar na Bíblia – vamos encontrar 7 Igrejas e 12 Tribos. Isso é muito curioso, porque dum ponto de vista clássico há 7 Planetas e 12 Signos. Assim sendo há correlações possíveis de estabelecer, até porque toda a Bíblia está repleta de informação astrológica, tal como está a obra de Nostradamus ou os próprios Lusíadas. A falta de elementos informativos é que não permite ver essas coisas, o que é uma pena, porque tudo se tornaria bem mais interessante, até pela dimensão que transvaza das coisas. Bom, quem fez um estudo muito interessante sobre essas correlações das Tribos Bíblicas e dos Signos do Zodíaco, foi Helena Blavaskty na sua monumental obra – Doutrina Secreta. Ela é inequívoca sobre esse assunto.
Em Apocalipse vamos encontrar a este propósito: “Então um dos Ansiães me falou: Não chores! O Leão da Tribo de Judá, o descendente de David achou meio de abrir o livro e os sete selos…”
Entrevistado por Ana Pereira (Indian Rose)
Arquivado em Entrevistas, Eventos | Comment (0)De que forma, está ligado o Livro do Apocalipse com a cruz fixa que surgiu nos céus?
![]()
Quarta Parte – Entrevista
Fernando Albuquerque
Nesta entrevista Fernando Albuquerque vai pela primeira vez falar-nos de temas tão controversos como; os Maias, as profecias de Nostradamus e os fenómenos de Fátima, de que forma estão ligados ao final de uma era e o começo da nova, no ano de 2012.
Quarta Pergunta:
4. De que forma está ligado o Livro do Apocalipse com a Cruz Fixa que surgiu nos Céus?
Resposta:
“O Livro do Apocalipse é escrito por S. João Evangelista – um dos Filhos do Trovão como era chamado por Jesus Cristo – quando do seu exílio na Ilha de Patmos no Dodecaneso Grego. Isso e logo muito interessante porque sugere uma ligação astrológica com os Doze Signos e implicitamente uma ligação à Matriz.
Parece-me inequívoco, que o Livro do Apocalipse tem forte componente astrológica, pela questão de Eclipse – que é aquele que encobre – que gere o ENCOBERTO uma vez que há uma associação iconográfica muito forte entre Cristo e o Sol, verdade que se vai encontrar em todas as Religiões – porque naturalmente elas emergem da interpretação da própria Matriz (não nos devemos esquecer disso).
Por outro lado, os grandes investigadores da Bíblia estão de acordo em associar o Sonho de Ezequiel, com o Livro do Apocalipse. E que tem esse sonho de especial? Bom terá tanto que é descrito na Bíblia, e o mais extraordinário é que ele sonha com os Animais que são nem mais nem menos os representados nos 4 Signos que constituíram a Cruz Fixa Cósmica – gerada a partir do Eclipse de 11 de Agosto de 1999.).
Isso é no mínimo extraordinário… depois vêm as coincidências que não nos devemos esquecer também. A palavra Apocalipse – significa literalmente Revelação
Se formos encontrar equivalências nas Letras Adâmicas (originais Hebraicas) vamos reparar que a 17 letra significa isso mesmo – Revelação e ate é representada por uma boca. Bom mas, não ficamos por aí porque o 17 é um número muito significativo na História de Portugal – ele é mesmo o número do seu Biorritmo. Mas, mais é que sendo o seu valor secreto de 153 – vamos parar às contas de um Rosário e o que e que a Senhora de Fátima disse aos Pastorinhos? Não rezem a mim, mas a Nossa Senhora do Rosário. Temos que convir, que é no mínimo curiosa esta interligação de coincidências. E como muita gente diria, será que as há?”
Esta entrevista continua amanhã com a resposta às seguintes perguntas:
5. Na sua conferência referiu uma ligação entre O Signo de Leão e a Tribo de Judá, que estariam ambas relacionadas com o Livro do Apocalipse, quer por favor explicar?
6. Nostradamus referiu alguns dos acontecimentos que se vieram a verificar, podemos denominar de profecias ou existe alguma técnica subjacente?
Entrevistado por Ana Pereira (Indian Rose)
Arquivado em Conferências, Entrevistas | Comment (0)“Falou em Matriz, quer explicar melhor de que se trata?”
![]()
Terceira Parte – Entrevista
Fernando Albuquerque
Nesta entrevista Fernando Albuquerque fala-nos de temas tão controversos como; os Maias, as profecias de Nostradamus e os fenómenos de Fátima, de que forma estão ligados ao final de uma era e o começo da nova, no ano de 2012.
Terceira Pergunta:
3. Falou em matriz, quer explicar melhor de que se trata??
Resposta:
“Tudo o que existe na Terra – em que nos vivemos – comporta-se e manifesta-se segundo um processo muito idêntico ao dos motores a 4 tempos. Esse facto tem a ver com a trajectória que a Terra executa em torno do Sol. É uma espécie de elipse onde se pode desenhar uma Cruz. Nos vértices dessa cruz temos dois Solstícios e dois Equinócios. À medida que (dizemos nós) o Sol ali passa (porque na realidade nós e que passamos) as Declinações são diferentes e então surgem as 4 Estações do Ano, de forma sequencial. Mas, toda essa Elipse está relacionada directamente com o Zodíaco e por isso sabemos que na Primavera por exemplo, o Sol Ingressa no Signo de Carneiro ou que em 21 de Dezembro, que é o Solstício de Inverno – Ele Ingressa em Capricórnio.
Queiramos ou não aceitar isso, essa disposição planetária dos movimentos de rotação e translação da Terra, vão condicionando por um lado as Estações do Ano, por outro os Dias e as Noites – e ninguém os consegue alterar, porque essa é uma condicionante da Matriz ou daquilo que nos gere. No fundo pode mesmo dizer-se que o nosso sistema planetário – Sol incluído – e quem nos permite vida, mas também de alguma forma nos condiciona – e ainda bem porque reflecte um organização e um determinismo muito grande – o que é antagónico ao caos. Então pode haver caos no sentido estrito de o olharmos como fenómeno isolado, contudo numa perspectiva maior – não o é. Ou podemos dizer melhor… pode haver caos dentro de limites perfeitamente determinados e limitados. Isto é algo semelhante à questão do determinismo e do livre arbítrio. É evidente que ambos existem, mas a extensão de cada um deles e que se torna menos compreensível pela nossa tendência analítica, o que nos faz perder a visão do todo.
A harmonia com essa Matriz permite uma determinada dinâmica. O contrário, não afectando de todo a Matriz – porque ela é cósmica, produz consequências de ajustes naturais – que prendem-se com Leis Físicas, e não com concepções éticas, porque por exemplo a Terra não se vai “chatear “ com os desequilíbrios que lhe possamos infligir, mas naturalmente reage de uma forma física concreta com processos de auto-equilíbrio.
“
Entrevista por Ana Pereira (Indian Rose)
Para a semana, continuamos com a entrevista a Fernando Albuquerque, com a resposta à Quarta e Quinta Pergunta
Arquivado em Conferências, Entrevistas, Eventos | Comment (0)O que aconteceu nos céus em 1999?
![]()
Segunda Parte – Entrevista
Fernando Albuquerque
Nesta entrevista Fernando Albuquerque fala-nos de temas tão controversos como; os Maias, as profecias de Nostradamus e os fenómenos de Fátima, de que forma estão ligados ao final de uma era e o começo da nova, no ano de 2012.
Segunda Pergunta:
2. O que aconteceu nos céus em 1999 e porque começou a sua investigação neste ano??
Resposta:
“1999 é realmente um ano muito importante, senão mesmo chave, mas há muito que trabalhava já sobre esta temática. Lembro-me que nessa altura estava a dar aulas e comentei com os meus alunos a inevitabilidade dum profundo processo de mutação resultado da interpretação daquele Mapa – o da Cruz Fixa que ocorreu em 1999. É uma configuração universal – por isso e antes de mais, falava-nos do mundo e da humanidade e acima de tudo as contradições que se geraram – os desequilíbrios mostrados pelas próprias Quadraturas planetárias.
Admito que a relação Eclipse e Cruz Fixa, levou-me a estabelecer desde logo correlações muito fortes com o Apocalipse de João Evangelista, matéria que há muito me fascinava.
E por isso reforcei a intensidade de pesquisa, mas realmente foram preciso alguns anos mais até integrar dentro da minha lógica questões como Nostradamus e Aparições Marianas. No entanto já se tinha falado e escrito muito sobre o assunto. Conhecia tudo isso, mas como não tinha encaixado as peças, passei-a para arquivo morto ou pendente melhor dito – e só à cerca de um ano, com outras peças ligadas voltei ao assunto e aí realmente não na vertente do que se dizia, mas nesta outra lógica as coisas começaram a emergir e acabaram por fazer um sentido integrado.
Às vezes pequenos pormenores, que parecem de somenos importância, ganham uma vida tão inesperada, que fazem rever tudo o que se acreditava até ali. São processos que levam muitas vezes anos, e que obedecem a uma disciplina muito grande e a investigação permanente por vezes até em áreas que não lhes estão – pelo menos em primeira análise relacionadas.”
Entrevistado por Ana Pereira (Indian Rose)
Ainda esta semana, continuamos com a entrevista a Fernando Albuquerque, com a resposta à Terceira Pergunta : 3. Falou em Matriz, quer explicar melhor do que se trata?
Arquivado em Entrevistas, Novidades | Comment (0)Entrevista com Fernando Albuquerque
![]()
Primeira Parte – Entrevista
Fernando Albuquerque
Nesta entrevista Fernando Albuquerque vai pela primeira vez falar-nos de temas tão controversos como; os Maias, as profecias de Nostradamus e os fenómenos de Fátima, de que forma estão ligados ao final de uma era e o começo da nova, no ano de 2012.
Primeira Pergunta:
1. O que o levou a interessar-se por fazer um trabalho e um estudo exaustivo relativamente a este período, que vai desde 1917 a 2012, sobre a história da humanidade e mais especificamente sobre a história de Portugal?
Resposta:
A primeira coisa naturalmente tem a ver com dois aspectos que considero importantes e altamente mobilizadores: gosto muito de investigar por um lado e por outro é um assunto que se prende à minha própria história porque não deixo por um lado de herdar todo o peso da tradição e história portuguesa e por outro, de ser um protagonista – como de resto todos nós – neste tão importante período de tempo.
Depois há ainda a oportunidade, porque sendo astrólogo vou conseguindo correlacionar outro tipo de informação que está mais velada, porque muita dela está realmente no céu e não na terra. Finalmente porque Portugal é um país extraordinário pela sua já longa História, o que o torna um extraordinário laboratório astrológico. Os EUA por exemplo tendo feito a sua Constituição em 1865, são neste sentido muito novos na perspectiva do que estamos a falar, ate porque ainda nem sequer concluíram o primeiro Ciclo de Plutão.
Essas questões em Astrologia Mundial - ou estudo dos Países é muito importante – só para lhe dar um exemplo, nós portugueses tivemos uma Presúria e um Condado – esses dois momentos estão ligados por um Ciclo de Plutão. Depois de constituídos como País Político, exactamente num outro Ciclo seguinte de Plutão – sofremos a Batalha de Aljubarrota, onde poderíamos ter perdido a soberania – Batalha que ainda hoje intriga os militares e historiadores porque as frentes de combate eram muito desequilibradas em termos de forças. Contudo nós que dispúnhamos de menos intervenientes ganhamos esse confronto.
Então deparamo-nos sempre com duas realidades: a que foi de facto e aquela onde haverá por certo elementos menos explicáveis mas, que tiveram de ocorrer de alguma forma. Isso gere lendas o que é outra faceta extraordinária… muitas vezes anos depois aparecem determinados escritos, relatando pormenores que já ninguém pode facilmente comprovar. Essa faceta abre portas a no mínimo se tentar perceber dum ponto de vista astrológico se existe ou não coerência entre o que consta como registo e aquilo que se diz. Verdade? Lenda? Ou uma estratégia que sempre acompanhou os grandes momentos e é contornada de forma inteligente? São dúvidas que eu tenho.
O que nos pode dizer o céu sobre isso? Há coerência ou não?
E nessa sequência de factos há uma linha idêntica – isto é, as mesmas características ou no mínimo características semelhantes? E com que tudo isso pode ser correlacionável?
Como vê, há toda uma série de labirintos, que não deixam de ser pistas que podem ser seguidas… umas abortam naturalmente, outras são de facto correlacionáveis e mantêm uma lógica entre si – o que torna este estudo apaixonante e ate um grande desafio. Na prática é como construir um grande puzzle, pois como qualquer outro a visão global só surgirá se preenchermos o máximo de peças soltas. E por mais extraordinário que lhe pareça, acaba sempre por se descobrir nas nossas próprias vidas um ou outro aspecto, um ou outro lugar ou história pessoal, que parece fazer uma ressonância, como se tudo acabasse por estar inter-relacionado.
Em resumo, há paralelismos entre a História Mundo, a História do País em que vivemos e a nossa própria história pessoal – e perceber isso, com algum discernimento torna-se tão interessante quanto viver dentro dum livro de histórias onde simultaneamente somos participantes activos e personagens.
Antes de lhe responder à questão 1917 – 2012 deixe-me ainda fazer-lhe uma outra analogia – tem a ver com um filme que vi há muitos anos, lembro-me do seu conteúdo mas, não do seu titulo.
Tratava-se de um assassinato. Os próprios actores iriam agora recriar o cenário – ou melhor – os cenários possíveis. Na medida em que recriavam situações em torno do argumento, tinham liberdade de criar – vivenciar sentimentos, absorver outro tipo de informações e o resultado foi descobrir pistas, que nem os próprios investigadores oficiais tinham relacionado – isto porque tudo foi revivido, observando-se várias perspectivas da mesma realidade.
Só no CSI é que as coisas têm aquela linearidade. Pense só em casos como o de Camarate e o da recente Madie e veja como tudo se processa na realidade que nos é imposta. E isto só como exemplo e para explicar este modelo de investigação, que é muito abrangente porque partindo do fenómeno em si, nunca pode desenquadrar-se duma realidade mais abrangente. É como o problema da saúde – quando temos uma dor – o problema não está garantidamente onde a sentimos… porque ela é um sinal que precisa de ser descodificado, para chegar-mos então à origem que nos afecta.
A questão 1917 – 2012 é a todos os títulos uma das mais interessantes e ocorrida com testemunhas em território nacional.
Como tive oportunidade de dizer na conferência para os Católicos e Crentes, é Nossa Senhora de Fátima e ponto final – que o digam os milhares que ali se deslocam todos os anos nas efemérides das Aparições. E nada há de errado nisso. A questão que eu me referi – é que há todo um manancial informativo e correlacionável, o que pode levar-nos a tirar algumas conclusões que mais do que história passada, são informações importantes que se projectam para um futuro.
O problema é este: se olharmos Fátima como fenómeno em si – temos uma perspectiva. Se o olharmos de uma forma integrada, temos outra completamente diferente, porque e nisso estou de acordo, há realmente o anunciar informativo mas, que extraordinariamente essa informação foi transformada nos Segredos de Fátima. É evidente que a especulação sobre o assunto aumentou, mistificou-se e por uma certa tendência dividiu-se em dois grupos: os que acreditam e os cépticos. Mas, o que se passou realmente? Que segredos são esses? Quem é a Senhora de Fátima?
Como em muitas outras ocasiões aconteceu, só vinte anos mais tarde Lúcia, escreve sobre o assunto, o que também não deixa de ser uma característica comum.
A minha própria convicção não é importante… importante é conseguir-se enquadrar dentro duma lógica tecnicamente suportável, que essas Aparições – as do Anjo e da Senhora, enquadravam-se num plano maior – alertando para as mesmas datas e culminado todo um processo no chamado Milagre do Sol, testemunhado por milhares de pessoas, como relata a imprensa da época em 13 de Outubro de 1917.
Então agora começam as questões: é comprovável ou não astrologicamente o sucedido? Efectivamente é – se e só se – o enquadrarmos por um lado com a Batalha de S. Mamede e por outro com o Eclipse Solar de 1999 e a Cruz Fixa. É uma das tais peças do puzzle que encaixa absolutamente. Isso leva-nos a rever muita coisa, porque sendo o fenómeno Fátima enquadrável a este nível de rigor temporal e articulável com a própria História só temos duas saídas: ou Portugal tem realmente um papel determinante nos dias vindouros – e assim sendo teve de o manter vivo em todo o seu passado – e mesmo assim ainda bifurcamos para:
- Trata-se de um Projecto Cósmico
- Ou trata-se de uma estratégia inteligente que suporta a coerência das coisas, contornando-as dentro da sua vontade livre e distorcendo a informação?
Pessoalmente sou de crer que as duas facetas são verdadeiras. Assim sendo quem controla a informação? A Igreja? O Estado? Uma Ordem Secreta? Ou quem? E este ou quem – é na verdade o que mais me intriga.Uma coisa é certa – os Maias e isso é mais que público, fizeram chegar a nós uma tradição que fala em “mudança ou finais de tempos em 2012”. A história de Portugal, segundo a minha perspectiva, induz-nos nessa mesma linha. E a Senhora de Fátima é também sobre o que nos veio falar e por mais extraordinário – a própria Igreja, não toca nesse assunto. Porque as mensagens tem níveis informativos e eles não foram contemplados? Sabem mais, não lhes convém falar porque o assunto envolve-os? Ou para quem seria a Mensagem de Fátima?
Quando há 2000 anos se falou da Estrela de Belém, a quem serviu essa informação? Aos Reis Magos, certo? E quem eram Eles? E essa Estrela existiu ou é uma Estrela simbólica resultado da Conjunção de alguns Planetas? No entanto tudo aconteceu!… e para lá do querer – poder, a relação de factos suplantou a vontade humana, porque a leitura foi feita nos céus – por aqueles que a sabiam ler – nesse grande Livro.
Continua brevemente…. Deixe o seu comentário!
Entrevistado por Ana Pereira (Indian Rose)
Arquivado em Conferências, Entrevistas, Novidades | Comment (0)








