Os cinco níveis da verdade!
Dia dos Namorados
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Sem preconceito!
A esta hora já a maioria deve ter escolhido e recebido os presentes para este dia. Calculo que seja um dia muito esperado para muitos, mas acredito que se possível, seria riscado do calendário para muitos outros.
Foi por isso que escolhi, partilhar convosco alguns conceitos que aprendi, espero que gostem! e aproveito para :
Agradecer! não ao meu namorado, nem marido, nem companheiro, mas simplesmente ao HOMEM que me ensinou que era possível por em prática num relacionamento, estes cinco níveis de verdades, e que ao conseguir fazê-lo, respeitando a verdade de cada um, dá-se como por magia, a alquimia que permite que a harmonia e o equilíbrio entre e permaneça na relação. Há muitas verdades, e as nossas verdades ficam mais leves quando conseguimos ouvir a verdade do outro e a aceitamos na mesma proporção da nossa, e é aí… que inicia uma nova etapa, um novo percurso, umas vezes sózinhos outra acompanhados, mas em consciência! Obrigada por me permitires fazer o percurso acompanhada.
Quais são os cinco níveis da verdade?
“Quando falo acerca de transparência nas relações, estou-me a referir à importância de dizer a verdade, que é aquilo em que a transparência consiste. E descobri que existem cinco níveis de verdade.
O primeiro nível da verdade é aquele em que dizemos a nós mesmos a verdade acerca de nós mesmos. Esse foi um enorme desafio para mim, porque eu andava a mentir a mim mesmo há muitos, muitos anos. É difícil pensar que uma pessoa realmente mente a si própria, mas é muito fácil fazê-lo e eu fi-lo durante muito, muito tempo.
O segundo nível da verdade é aquele em que dizemos a verdade a nós mesmos acerca de outra pessoa. E também menti a mim mesmo acerca desse tipo de coisas durante muitos, muitos anos. Por exemplo, durante anos eu disse a mim mesmo que amava, de uma forma muito romântica, uma pessoa com quem eu estava. Sempre que pensava que não a amava, sempre que me permitia sequer imaginar, que talvez eu já não estivesse apaixonado por ela, uma voz dentro da minha cabeça dizia: “Não sejas tonto, claro que a amas” Porque era isso que eu devia pensar. Era assim que as coisas deviam ser para mim. E então, eu simplesmente menti a mim mesmo acerca disso durante muito tempo, demasiado tempo, até que um dia disse a verdade a mim mesmo acerca dela. Nem sequer o disse em voz alta, disse-o apenas para mim mesmo, o que foi um passo muito importante.
Depois há o terceiro nível da verdade, que é aquele em que digo a verdade acerca de mim mesmo a outra pessoa, como estou a fazer convosco agora.
O quarto nível da verdade é aquele em que digo a verdade acerca de outra pessoa a essa pessoa – a minha verdade, claro, não a verdade. A verdade, objectivamente, não existe, mas partilho a minha verdade mais profunda acerca de outra pessoa com essa mesma pessoa.
E o quinto nível da verdade, que muito poucos atingem, é aquele em que dizemos a verdade a toda a gente acerca de tudo. E se conseguirem seguir estes cinco passos, terão dado cinco passos em direcção ao céu, porque o céu (pausa) é não ter de mentir mais.”
Excerto de texto retirado do livro “Conselhos de vida sobre as Relações Pessoais de Neale Donald Walsch” editora Pergaminho
Arquivado em artigos, Videos | Comment (0)A relação como um espelho!
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Dia dos Namorados
A esta hora já a maioria deve ter escolhido e recebido os presentes para este dia. Calculo que seja um dia muito esperado para muitos, mas acredito que se possível, seria riscado do calendário para muitos outros.
Foi por isso que escolhi, partilhar convosco alguns conceitos que aprendi, espero que gostem!
Aquilo de que não gostamos na pessoa com quem estamos é algo de que, na verdade, não gostamos em nós próprios?
“Já não há muitas coisas de que eu não goste nas outras pessoas, porque aprendi há muito tempo que aquilo de que não gostava nos outros era, na verdade, algo de que eu não gostava em mim mesmo. E recentemente comecei a gostar de tudo em relação a mim. Não é espantoso ? Quero dizer, imagino que seja um pouco difícil de acreditar, estando aí sentados a olhar para mim, mas agora gosto de muitas coisas em mim. Gosto da minha aparência. Gosto das minhas atitudes. Gosto das minhas ideias. Gosto da minha loucura. Gosto da minha espontaneidade. Gosto da parte de mim que não é nada convencional. Gosto de nem sempre estar bem. Sabem, até gosto do meu riso. Quero dizer, gosto de tudo em mim e tenho de vos dizer que é a primeira vez na minha vida que me sinto assim. E como me sinto assim, há muito poucas coisas que me desagradam nas outras pessoas. Tornei-me tremendamente tolerante. É extraordinário – eu olho para as pessoas à minha volta e amo-as a todas. Acho aceitáveis determinados comportamentos e características que há poucos anos teria rejeitado imediatamente.
Por isso, acho que o que acontece é que o amor-próprio nos permite também sentir um imenso amor pelos outros, porque tenho de pensar para mim mesmo: “Sabes, se conseguires amar-te a ti mesmo, conseguirás amar qualquer coisa”.
Excerto de texto retirado do livro “Conselhos de vida sobre as Relações Pessoais de Neale Donald Walsch” editora Pergaminho
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